Boa Leitura!
1.Ao descrever Josefo com todo pormenor as desgraças que se abateram sobre toda a nação judia, além de muitas outras coisas, explica textualmente que muitíssimos judeus dos mais importantes, depois de serem ultrajados com a pena de açoites, foram crucificados por Floro na própria Jerusalém, e que este era procurador da Judéia quando novamente começou a acender-se a guerra, no décimo segundo ano do império de Nero.
2.Depois diz que, após a revolta dos judeus, toda a Síria foi tomada por uma confusão espantosa; por toda parte os próprios habitantes das cidades maltratavam sem piedade os dessa raça, como se fossem inimigos, de forma que se podia ver as cidades repletas de cadáveres insepultos: corpos de anciãos jogados junto aos de crianças, e cadáveres de mulheres sem nada que cobrisse suas nudezes. Toda a província transbordava de calamidades indescritíveis. Mas a violência do que os ameaçava era maior do que os crimes de cada dia. Isto é o que literalmente diz Josefo. Esta era a situação dos judeus.
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terça-feira, 6 de julho de 2010
domingo, 19 de julho de 2009
Jesus e Hillel II
"Pai, Perdoa-lhes pois não sabem o que fazem." (Jesus Cristo)
O Autor continua a impossível comparação entre Jesus e Hillel, como este mesmo diz "é a semelhança de um pirilampo ao Sol"...
Boa Leitura!
Uma vez um Pagão veio à casa de Shammai e prometeu um prosélito se ele conseguisse ensinar toda a Lei, enquanto ele ficasse em pé só com uma perna. Shammai ficou zangado e expulsou-o com um pão. O pagão foi com o mesmo pedido ao Rabino Hillel, que nunca perdera a sua mansidão, recebeu-o cortesmente e deu-lhe, enquanto este ficasse em pé só com uma perna, a seguinte resposta eficaz:
“Não faças ao teu próximo o que é desagradável para ti. Esta é toda a lei, tudo o resto são comentários: vai e faz isso.” (ver Delitzsch, pag. 17; Ewald, vol. 31, Comp. IV. 270).
Esta é a palavra mais sábia de Hillel e compara-se com a de Jesus. Mas
1 – É apenas a expressão negativa do preceito positivo do Evangelho, “Deves amar o teu próximo como a ti mesmo”, e a regra de ouro, “Façam aos outros aquilo que gostariam que fizessem a vocês”. (Mat. 7:12; Lucas 6:31). Existe uma grande diferença entre não fazer nenhum mal, e fazer o bem. O primeiro é compatível com o egoísmo e com todos os pecados que não atingem o próximo. O Salvador, apresentando a benevolência de Deus (Mat. 7:11) como guia do nosso dever, dirigindo-nos a fazer todo bem que pudermos ao nosso próximo, e o próprio Deus define o maior exemplo de auto-negação ao sacrificar a sua vida pelos pecados.
2. É indissociável com a maior lei, a do supremo amor a Deus, sem o qual pudemos amar verdadeiramente o nosso próximo. “Nestes dois mandamentos, juntos e inseparáveis, está resumida toda a Lei e os Profetas” (Mat. 22:37-40).
3. Similares provérbios são encontrados muito antes de Hillel, não apenas no Pentateuco e no livro de Tobith 4:15: (o) misei ' “mhdeni; poihvsh/”, “Não faças isso a nenhum Homem que odeias”, mas substancialmente, mesmo entre os Pagãos (Confúcio, Buda, Heródoto, Sócrates, Séneca, Quintiliano), mas sempre na forma negativa, ou com uma referência a um caso particular ou classe; e. g. Sócrates ad Demonic. C. 4: “Ser tal para teus Pais, como deveis rezar que os teus filhos serão para ti mesmo;” e o mesmo em Aeginet. C. 23: “Que tu sejas um tal Juiz para mim, como desejarias obter um para ti.” Ver Wetstein em Mat. 7:12 (Nov. Test. I. 341 sq.). Paralelamente para estas e outras máximas bíblicas foram reunidos em número considerável desde o Talmude e os clássicos por Lightfoot, Grotius, Werstein, Deutsch, Spiess, Ramage, mas o que são em comparação com o Sermão da Montanha? Além disso, si duo idem dicunt, non est idem. Quanto ao paralelismo Rabínico, é preciso lembrar que eles não estavam autorizados a escrever antes do segundo século, e que, diz Delitzsch (Ein Ta gin Capernaum, p. 137), “não poucos provérbios de Cristo, circulavam por Judeus Cristãos, reaparecendo anonimamente ou sob nomes falsos no Talmude e Midrashim”.
4. Nenhuma quantidade de palavras sábias desanexadas, constitui um sistema orgânico de ética, mais do que um monte de blocos de mármore constitui um palácio de mármore ou templo; e o melhor sistema ético é incapaz de produzir uma Vida Santa, e é inútil sem Ela.
Podemos admitir sem hesitação que Hillel era “o maior e melhor de todos os fariseus” (Ewald), mas ele era muito inferior ao João Baptista, e compará-lo com Cristo é pura cegueira e loucura. Ewald convida essa comparação “absolutamente perversa” (grundverkehrt, v 48). Farrar observa que a distância entre Hillel e Jesus é “uma distância imensurável, e a semelhança do seu ensino ao de Jesus é a semelhança de um pirilampo ao Sol” (II. 455). “ As fundamentais tendências dos dois”, diz Delitzsch (p. 23), “são tão amplamente diferentes tal como ele e a Terra, o de Hillel é legalista, casuística, e nacionalista, a de Jesus é universalmente Religiosa, moral e Humana. Hillel vive e se move no exterior, Jesus no Espírito da Lei.” Ele nem sequer foi um reformador, como Geiger e Friedlander diziam, para quê apresentavam provas, que eram meras ninharias de interpretação, e não implicam qualquer novo princípio ou ideia.
Visto como mero Professor Humano, a originalidade absoluta de Jesus consiste no presente, “que suas palavras tocaram os corações de todos os Homens em todas as idades, e regeneraram a vida Moral de todo o Mundo” (Farrar, II. 454). Mas Jesus é muito mais do que um Rabino, mais que um Sábio ou Santo mais que um reformador, mais que um benfeitor, ele é o autor da verdadeira Religião, o Profeta, Sacerdote e Rei, o Renovador, o Salvador do Homem, o fundador de um Reino Espiritual tão vasto como o Homem e tão longo como a eternidade.
O Autor continua a impossível comparação entre Jesus e Hillel, como este mesmo diz "é a semelhança de um pirilampo ao Sol"...
Boa Leitura!
Uma vez um Pagão veio à casa de Shammai e prometeu um prosélito se ele conseguisse ensinar toda a Lei, enquanto ele ficasse em pé só com uma perna. Shammai ficou zangado e expulsou-o com um pão. O pagão foi com o mesmo pedido ao Rabino Hillel, que nunca perdera a sua mansidão, recebeu-o cortesmente e deu-lhe, enquanto este ficasse em pé só com uma perna, a seguinte resposta eficaz:
“Não faças ao teu próximo o que é desagradável para ti. Esta é toda a lei, tudo o resto são comentários: vai e faz isso.” (ver Delitzsch, pag. 17; Ewald, vol. 31, Comp. IV. 270).
Esta é a palavra mais sábia de Hillel e compara-se com a de Jesus. Mas
1 – É apenas a expressão negativa do preceito positivo do Evangelho, “Deves amar o teu próximo como a ti mesmo”, e a regra de ouro, “Façam aos outros aquilo que gostariam que fizessem a vocês”. (Mat. 7:12; Lucas 6:31). Existe uma grande diferença entre não fazer nenhum mal, e fazer o bem. O primeiro é compatível com o egoísmo e com todos os pecados que não atingem o próximo. O Salvador, apresentando a benevolência de Deus (Mat. 7:11) como guia do nosso dever, dirigindo-nos a fazer todo bem que pudermos ao nosso próximo, e o próprio Deus define o maior exemplo de auto-negação ao sacrificar a sua vida pelos pecados.
2. É indissociável com a maior lei, a do supremo amor a Deus, sem o qual pudemos amar verdadeiramente o nosso próximo. “Nestes dois mandamentos, juntos e inseparáveis, está resumida toda a Lei e os Profetas” (Mat. 22:37-40).
3. Similares provérbios são encontrados muito antes de Hillel, não apenas no Pentateuco e no livro de Tobith 4:15: (o) misei ' “mhdeni; poihvsh/”, “Não faças isso a nenhum Homem que odeias”, mas substancialmente, mesmo entre os Pagãos (Confúcio, Buda, Heródoto, Sócrates, Séneca, Quintiliano), mas sempre na forma negativa, ou com uma referência a um caso particular ou classe; e. g. Sócrates ad Demonic. C. 4: “Ser tal para teus Pais, como deveis rezar que os teus filhos serão para ti mesmo;” e o mesmo em Aeginet. C. 23: “Que tu sejas um tal Juiz para mim, como desejarias obter um para ti.” Ver Wetstein em Mat. 7:12 (Nov. Test. I. 341 sq.). Paralelamente para estas e outras máximas bíblicas foram reunidos em número considerável desde o Talmude e os clássicos por Lightfoot, Grotius, Werstein, Deutsch, Spiess, Ramage, mas o que são em comparação com o Sermão da Montanha? Além disso, si duo idem dicunt, non est idem. Quanto ao paralelismo Rabínico, é preciso lembrar que eles não estavam autorizados a escrever antes do segundo século, e que, diz Delitzsch (Ein Ta gin Capernaum, p. 137), “não poucos provérbios de Cristo, circulavam por Judeus Cristãos, reaparecendo anonimamente ou sob nomes falsos no Talmude e Midrashim”.
4. Nenhuma quantidade de palavras sábias desanexadas, constitui um sistema orgânico de ética, mais do que um monte de blocos de mármore constitui um palácio de mármore ou templo; e o melhor sistema ético é incapaz de produzir uma Vida Santa, e é inútil sem Ela.
Podemos admitir sem hesitação que Hillel era “o maior e melhor de todos os fariseus” (Ewald), mas ele era muito inferior ao João Baptista, e compará-lo com Cristo é pura cegueira e loucura. Ewald convida essa comparação “absolutamente perversa” (grundverkehrt, v 48). Farrar observa que a distância entre Hillel e Jesus é “uma distância imensurável, e a semelhança do seu ensino ao de Jesus é a semelhança de um pirilampo ao Sol” (II. 455). “ As fundamentais tendências dos dois”, diz Delitzsch (p. 23), “são tão amplamente diferentes tal como ele e a Terra, o de Hillel é legalista, casuística, e nacionalista, a de Jesus é universalmente Religiosa, moral e Humana. Hillel vive e se move no exterior, Jesus no Espírito da Lei.” Ele nem sequer foi um reformador, como Geiger e Friedlander diziam, para quê apresentavam provas, que eram meras ninharias de interpretação, e não implicam qualquer novo princípio ou ideia.
Visto como mero Professor Humano, a originalidade absoluta de Jesus consiste no presente, “que suas palavras tocaram os corações de todos os Homens em todas as idades, e regeneraram a vida Moral de todo o Mundo” (Farrar, II. 454). Mas Jesus é muito mais do que um Rabino, mais que um Sábio ou Santo mais que um reformador, mais que um benfeitor, ele é o autor da verdadeira Religião, o Profeta, Sacerdote e Rei, o Renovador, o Salvador do Homem, o fundador de um Reino Espiritual tão vasto como o Homem e tão longo como a eternidade.
quarta-feira, 15 de julho de 2009
Jesus e Hillel
"Todo aquele que comete pecado é escravo do pecado; ora o servo não fica para sempre em casa, o Filho fica para sempre; se, pois, o Filho vos libertar, verdadeiramente sereis livres."
Hillel foi um Fariseu que atingiu grande notoriedade,acabou por morrer um pouco depois de Jesus ter nascido, por isso muitos fariseus acabam por comparar este com Jesus, no entanto o Autor mostra-nos que Cristo está acima de qualquer homem.
Boa Leitura!
A infinita elevação de Cristo acima dos homens do seu País e tempo, e o seu mortal conflito com os Fariseus e Escribas são tão evidentes que parece irrelevante e absurdo criar um paralelo entre Ele e Hillel ou qualquer outro Rabino. E no entanto, tem sido feito por alguns modernos Rabinos Judaicos, como Geiger, Gratz, Friedlander, que corajosamente afirmam, sem sombra de uma prova histórica, que Jesus era um fariseu, um discípulo de Hillel, e devendo a ele os seus mais altos princípios morais. Por este elogio tentam desapreciar a sua originalidade. Abraham Geiger (d. 1874) diz na sua Das Judenthum und seine Geschichte (Breslau, 2d ed. 1865, vol. I. p. 117): "Jesus war ein Jude, ein pharisäischer Jude mit galiläischer Färbung, ein Mann der die Hofnungen der Zeit theilte und diese Hoffnungen in sich erfüllt glaubte. Einen neuen Gedanken sprach er keineswegs aus [!], auch brach er nicht etwa die Schranken der Nationalität .... Er hob nicht im Entferntesten etwas vom Judenthum auf; er war ein Pharisäer, der auch in den Wegen Hillels ging." This view is repeated by Rabbi Dr. M. H. Friedlander, in his Geschichtsbilder aus der Zeit der Tanaite n und Amoräer. Ein Beitrag zur Geschichte des Talmuds (Brünn, 1879, p. 32): "Jesus, oder Jeschu, war der Sohn eines Zimmermeisters, Namens Josef, aus Nazareth. Seine Mutter hiess Mirjam oder Maria. Selbst der als conservativer Katholik [sic!] wie als bedeutender Gelehrter bekannte Ewald nennt ihn ’Jesus den Sohn Josef’,.... Wenn auch Jesus’ Gelehrsamkeit nicht riesig war, da die Galiläer auf keiner hohen Stufe der Cultur standen, so zeichnete er sich doch durch Seelenadel, Gemüthlichkeit und Herzensgü te vortheilhaft aus. Hillel I. scheint sein Vorbild und Musterbild gewesen zu sein; denn der hillelianische Grundsatz: ’Was dir nicht recht ist, füge, deinen Nebenmenschen nicht zu,’ war das Grundprincip seiner Lehren." Renan faz uma similar afirmação, na sua Vie de Jésus (Chap. III. p. 35), mas com consideráveis qualificações: "Par sa pauvreté humblement supportée, par la douceur de son caractère, par l’opposition qu’il faisait aux hypocrites et aux prêtres, Hillel fut le vrai maître de Jésus, s’il est permis de parler de maître, quand il s’agit d’une si haute originalité." Esta comparação foi efectivamente disposta por prestigiados estudiosos como o Dr. Delitzsch, no seu valioso opúsculo Jesus und Hillel (Erlangen, 3d revised ed. 1879, 40 pp.); Ewald, V. 12–48 (Die Schule Hillel’s und deren Geqner); Keim I. 268 – 272; Schürer, p. 456; and Farrar, Life of Christ, II. 453 – 460. Todos esses escritores chegaram à mesma conclusão da perfeita independência e originalidade de Jesus. No obstante, é interessante analisar os factos do caso.
Hillel e Shammai são os mais distintos entre os Rabinos Judaicos. Eram dois contemporâneos fundadores de duas escolas rivais de Teologia Judaica (como São Tomás de Aquino e Duns Scotus são duas escolas de Teologia Escolástica). É estranho que Josefo não os menciona, só se os menciona com os nomes helenizados de Sameas e Pollion. Mas esses nomes concordam melhor com Shemaja e Abtalion, dois célebres Fariseus e Mestres de Hillel e Shammai, aliás ele designa Sameas como discípulo de Pollion (ver Ewald, V. 22-26; Schurer, p. 455). A tradição talmúdica obscureceu as suas histórias e embelezou-a com muitas fábulas.
Hillel I. ou o Grande foi um descendente da família real de David, e nascido na Babilónia. Ele exilou-se em Jerusalém com grande pobreza, e morreu cerca do A. D. 10. Dele se diz ter dito que vivera 120 anos, como Moisés, 40 anos sem aprender, 40 anos como estudante e 40 anos como Mestre. Ele é o avô do Sábio Gamaliel em cuja família a residência do sinédrio era hereditária por várias gerações. Pelo seu zelo ardente por sabedoria, e sua pura, amável e gentil personagem, ele atingiu grande notoriedade. Ele disse ter entendido todas as línguas, mesmo as línguas desconhecidas de montanhas, montes, vales, árvores, animais selvagens e domésticos, e demónios. Ele era chamado “o gentil, o sagrado, o erudito de Erza.” Havia um provérbio: “O Homem deveria ser sempre manso como Hillel, e não exaltado como Shammai.” Ele difere do Rabino Shammai por uma interpretação mais suave da lei, mas em alguns pontos, como a grande pergunta se estava certo ou errado comer um ovo num dia de Sábado, aí teve uma visão mais rígida. Uma linha do Talmude é chamada Beza, o Ovo, depois desta famosa disputa. Que distância deste que disse: “O Sábado foi feito para o Homem, e não o Homem para o Sábado: então o Filho do Homem é Senhor mesmo do Sábado.”
Muitos sábios provérbios, embora parcialmente obscuros e de interpretação duvidosa, são atribuídos a Hillel em linha com Pirke Aboth (que é consagrado na Mishna e enumerado, no Cap. 1, os pilares da tradição Judaica de Moisés até à destruição de Jerusalém). A seguir estão os melhores:
“Ser discípulo de Aarão, que ama a Paz e constrói a Paz; Amar os Homens, e insere-lhes a lei.”
“Aquele que abusa de um bom nome (ou, é ambicioso em engrandecer o seu nome) destrói-o.”
“Quem não aumentar o seu conhecimento diminui-o.”
“Não te separes da congregação, e não tenhas confiança em ti mesmo até aos dias da tua morte.”
“Se eu não me importo com minha alma, quem se importará por mim? Se só me importo com minha alma, o que é que sou? Se não agora, quando?”
“Não julgues o teu próximo até estares na mesma condição dele.”
“Diga não, Eu hei-de arrepender quando tiver tempo-livre, com receio que esse tempo-livre nunca seja seu.”
“O Homem de paixão nunca será um professor.”
“No lugar onde não há homens, sê um Homem.”
Mas o seu altivo Farisaísmo é claramente visto nesta declaração: “Nenhum homem ignorante facilmente evita o pecado; nenhuma pessoa comum é piedosa.” Os inimigos de Cristo no Sinédrio disseram o mesmo (Jo 7:49): “Mas essa multidão que não conhece a Lei, é gente maldita!” Alguns de seus ensinamentos são de duvidosa moralidade, por exemplo, a sua decisão que, na perspectiva de uma vaga expressão em Dt. 24:1, um homem pode expulsar a sua mulher “mesmo que ela cozinha o seu jantar mal.” Esta é porém, suavizada por Rabinos modernos, de modo a significar: “se ela trazer descrédito sobre a sua casa”
Hillel foi um Fariseu que atingiu grande notoriedade,acabou por morrer um pouco depois de Jesus ter nascido, por isso muitos fariseus acabam por comparar este com Jesus, no entanto o Autor mostra-nos que Cristo está acima de qualquer homem.
Boa Leitura!
A infinita elevação de Cristo acima dos homens do seu País e tempo, e o seu mortal conflito com os Fariseus e Escribas são tão evidentes que parece irrelevante e absurdo criar um paralelo entre Ele e Hillel ou qualquer outro Rabino. E no entanto, tem sido feito por alguns modernos Rabinos Judaicos, como Geiger, Gratz, Friedlander, que corajosamente afirmam, sem sombra de uma prova histórica, que Jesus era um fariseu, um discípulo de Hillel, e devendo a ele os seus mais altos princípios morais. Por este elogio tentam desapreciar a sua originalidade. Abraham Geiger (d. 1874) diz na sua Das Judenthum und seine Geschichte (Breslau, 2d ed. 1865, vol. I. p. 117): "Jesus war ein Jude, ein pharisäischer Jude mit galiläischer Färbung, ein Mann der die Hofnungen der Zeit theilte und diese Hoffnungen in sich erfüllt glaubte. Einen neuen Gedanken sprach er keineswegs aus [!], auch brach er nicht etwa die Schranken der Nationalität .... Er hob nicht im Entferntesten etwas vom Judenthum auf; er war ein Pharisäer, der auch in den Wegen Hillels ging." This view is repeated by Rabbi Dr. M. H. Friedlander, in his Geschichtsbilder aus der Zeit der Tanaite n und Amoräer. Ein Beitrag zur Geschichte des Talmuds (Brünn, 1879, p. 32): "Jesus, oder Jeschu, war der Sohn eines Zimmermeisters, Namens Josef, aus Nazareth. Seine Mutter hiess Mirjam oder Maria. Selbst der als conservativer Katholik [sic!] wie als bedeutender Gelehrter bekannte Ewald nennt ihn ’Jesus den Sohn Josef’,.... Wenn auch Jesus’ Gelehrsamkeit nicht riesig war, da die Galiläer auf keiner hohen Stufe der Cultur standen, so zeichnete er sich doch durch Seelenadel, Gemüthlichkeit und Herzensgü te vortheilhaft aus. Hillel I. scheint sein Vorbild und Musterbild gewesen zu sein; denn der hillelianische Grundsatz: ’Was dir nicht recht ist, füge, deinen Nebenmenschen nicht zu,’ war das Grundprincip seiner Lehren." Renan faz uma similar afirmação, na sua Vie de Jésus (Chap. III. p. 35), mas com consideráveis qualificações: "Par sa pauvreté humblement supportée, par la douceur de son caractère, par l’opposition qu’il faisait aux hypocrites et aux prêtres, Hillel fut le vrai maître de Jésus, s’il est permis de parler de maître, quand il s’agit d’une si haute originalité." Esta comparação foi efectivamente disposta por prestigiados estudiosos como o Dr. Delitzsch, no seu valioso opúsculo Jesus und Hillel (Erlangen, 3d revised ed. 1879, 40 pp.); Ewald, V. 12–48 (Die Schule Hillel’s und deren Geqner); Keim I. 268 – 272; Schürer, p. 456; and Farrar, Life of Christ, II. 453 – 460. Todos esses escritores chegaram à mesma conclusão da perfeita independência e originalidade de Jesus. No obstante, é interessante analisar os factos do caso.
Hillel e Shammai são os mais distintos entre os Rabinos Judaicos. Eram dois contemporâneos fundadores de duas escolas rivais de Teologia Judaica (como São Tomás de Aquino e Duns Scotus são duas escolas de Teologia Escolástica). É estranho que Josefo não os menciona, só se os menciona com os nomes helenizados de Sameas e Pollion. Mas esses nomes concordam melhor com Shemaja e Abtalion, dois célebres Fariseus e Mestres de Hillel e Shammai, aliás ele designa Sameas como discípulo de Pollion (ver Ewald, V. 22-26; Schurer, p. 455). A tradição talmúdica obscureceu as suas histórias e embelezou-a com muitas fábulas.
Hillel I. ou o Grande foi um descendente da família real de David, e nascido na Babilónia. Ele exilou-se em Jerusalém com grande pobreza, e morreu cerca do A. D. 10. Dele se diz ter dito que vivera 120 anos, como Moisés, 40 anos sem aprender, 40 anos como estudante e 40 anos como Mestre. Ele é o avô do Sábio Gamaliel em cuja família a residência do sinédrio era hereditária por várias gerações. Pelo seu zelo ardente por sabedoria, e sua pura, amável e gentil personagem, ele atingiu grande notoriedade. Ele disse ter entendido todas as línguas, mesmo as línguas desconhecidas de montanhas, montes, vales, árvores, animais selvagens e domésticos, e demónios. Ele era chamado “o gentil, o sagrado, o erudito de Erza.” Havia um provérbio: “O Homem deveria ser sempre manso como Hillel, e não exaltado como Shammai.” Ele difere do Rabino Shammai por uma interpretação mais suave da lei, mas em alguns pontos, como a grande pergunta se estava certo ou errado comer um ovo num dia de Sábado, aí teve uma visão mais rígida. Uma linha do Talmude é chamada Beza, o Ovo, depois desta famosa disputa. Que distância deste que disse: “O Sábado foi feito para o Homem, e não o Homem para o Sábado: então o Filho do Homem é Senhor mesmo do Sábado.”
Muitos sábios provérbios, embora parcialmente obscuros e de interpretação duvidosa, são atribuídos a Hillel em linha com Pirke Aboth (que é consagrado na Mishna e enumerado, no Cap. 1, os pilares da tradição Judaica de Moisés até à destruição de Jerusalém). A seguir estão os melhores:
“Ser discípulo de Aarão, que ama a Paz e constrói a Paz; Amar os Homens, e insere-lhes a lei.”
“Aquele que abusa de um bom nome (ou, é ambicioso em engrandecer o seu nome) destrói-o.”
“Quem não aumentar o seu conhecimento diminui-o.”
“Não te separes da congregação, e não tenhas confiança em ti mesmo até aos dias da tua morte.”
“Se eu não me importo com minha alma, quem se importará por mim? Se só me importo com minha alma, o que é que sou? Se não agora, quando?”
“Não julgues o teu próximo até estares na mesma condição dele.”
“Diga não, Eu hei-de arrepender quando tiver tempo-livre, com receio que esse tempo-livre nunca seja seu.”
“O Homem de paixão nunca será um professor.”
“No lugar onde não há homens, sê um Homem.”
Mas o seu altivo Farisaísmo é claramente visto nesta declaração: “Nenhum homem ignorante facilmente evita o pecado; nenhuma pessoa comum é piedosa.” Os inimigos de Cristo no Sinédrio disseram o mesmo (Jo 7:49): “Mas essa multidão que não conhece a Lei, é gente maldita!” Alguns de seus ensinamentos são de duvidosa moralidade, por exemplo, a sua decisão que, na perspectiva de uma vaga expressão em Dt. 24:1, um homem pode expulsar a sua mulher “mesmo que ela cozinha o seu jantar mal.” Esta é porém, suavizada por Rabinos modernos, de modo a significar: “se ela trazer descrédito sobre a sua casa”
sábado, 11 de julho de 2009
As Pessoas V
"Na pureza da doutrina e Santidade de Carácter combinado em prefeita harmonia, Jesus, fica sozinho, inatingível e incomparável."
É a ultima postagem sobre as Pessoas da Judeia, acabando com a mais elevada, a mais inatingível, aquele que por isso, se fez pequeno por nós, Jesus o Filho de Deus, o Messias esperado pelo Mundo!
Boa Leitura!
Jesus, enquanto se moveu no interior das formas da Religião Judaica, foi muito superior e que revelou um novo mundo de ideias. Ele, também homenageou a lei de Deus, mas revelando seu sentido mais profundo de significado espiritual e cumpriu-o no seu preceito e exemplo. Ele como Rabino, ensinou como tendo autoridade directa de Deus, e não como os Escribas. Como Ele acusou os hipócritas sentados no lugar de Moisés, os líderes cegos de cegos, que estabeleciam pesados fardos sobre os ombros dos Homens, sem sequer tocá-los com os seus dedos, que fechavam o Reino de Deus aos Homens, não se salvando também, que tributavam hortelãs, anis e o cominho, e deixavam desfeitas importantes questões da Lei, Justiça, misericórdia e a fé, pois filtravam o mosquito e engoliam um camelo, quais sepulcros brancos, que aparentemente são realmente bonitos, mas interiormente estão cheios de ossos e homens mortos, como toda a imundície. Mas enquanto Jesus picava o orgulho dos líderes, ele animava e elevava os humildes e pequenos. Ele abençoava as crianças, Ele encorajava os Pobres, Ele convidava os cansados, Ele alimentou os esfomeados e curou os doentes, Ele converteu publicanos e pecadores, e construi alicerces fortes e profundos, em Deus de amor Eterno, para uma nova sociedade e uma nova humanidade. Foi um dos sublimes bem como belo momento da vida de Jesus, quando os discípulos perguntaram-no: Qual é o maior no Reino de Deus? E quando ele chamou uma criança para o meio deles e disse: “Em verdade vos digo, se não vos converteis e não vos tornardes como crianças pequenas, não entrareis no Reino de Deus, e quem recebe um destes pequeninos é a Mim que me recebe.”202 E num outro momento ele agradeceu ao Pai Celestial por revelar estas coisas ao pequeninos e escondê-las aos sábios, e convidou a todos que estão cansados e oprimidos a irem ter com ele para descansarem.203
Ele sabia desde o inicio que Ele era o Messias de Deus, o Rei de Israel. Essa consciência atingiu a sua maturidade em seu baptismo, quando ele recebeu o Espírito Santo sem medida.204 Para esta convicção Ele aderiu incondicionalmente, mesmo nas Horas negras de aparente falhanço da sua causa, depois de Judas o ter traído, depois de Pedro, o Confessor a Rocha, o ter negado, e todos o terem abandoná-lo. Ele afirmou que Ele era o Messias perante os Sumos-Sacerdotes do tribunal Judaico. Assegurou ao representante pagão do Império Romano que ele era um Rei, embora não sendo deste mundo, e quando crucificado na Cruz deu um lugar ao ladrão junto dele um lugar no seu Reino.205 Mas antes do tempo da Sua crucificação, e nos dias da Sua maior popularidade Ele evitou cuidadosamente cada publicação e demonstração que pode ter incentivado a ideia prevalecente de um Messias político e de uma revolta do povo. Ele escolheu para si próprio os mais humildes títulos Messiânicos que representa a sua condescendência para a nossa comum realidade, enquanto ao mesmo implica com a sua única posição como representante chefe da família humana, como o Ideal, o Perfeito, o Universal, o arquétipo do Homem. Ele chama-se habitualmente “o Filho do Homem”, que “não tem onde reclinar a sua cabeça” que “não vem para Ser servido mas para Servir e dar a Sua Vida para resgate de muitos”, que “tem o poder de Perdoar os pecados”, e “veio para Procurar e Salvar o que estava perdido”206. Quando Pedro faz a grande confissão em Cesareira de Felipe, Cristo aceitou-a, mas imediatamente advertiu-o do aproximar da Sua Paixão e Morte, no qual o discípulo recuou e quebrou.207 E com a expectativa da Sua crucificação certa, mas também da Sua ressurreição triunfante ao terceiro dia, ele entrou calmamente e com sublimar fortaleza na sua última viagem para Jerusalém, que “matou os Profetas”, e pregou-o na Cruz como se fosse um falso Messias blasfemador. Mas, na infinita Sabedoria e Misericórdia de Deus, o maior crime da História foi transformado na maior Bênção da humanidade.
Devemos concluir então que a vida e a obra de Cristo, enquanto admiravelmente adaptada às condições e vontades das pessoas do seu tempo, recebendo ilustração do seu meio-ambiente, não pode ser explicada por nenhum contemporâneo ou por antigas fontes de conhecimento intelectual ou moral. Ele não aprendeu nada por Professores humanos. A sua sabedoria não era deste mundo. Ele não precisava de visões ou revelações como os Profetas e Apóstolos. Ele veio directamente do seu Grande Pai do Céu, e quando ele falou do céu, falou da sua familiar Casa. Ele falou da plenitude de Deus dentro de Si. E suas palavras foram confirmadas por actos. O Exemplo é mais forte do que o preceito. Os provérbios permanecem impotentes até incarnarem-se em uma pessoa viva. É a Vida que é Luz dos Homens. Na pureza da doutrina e Santidade de Carácter combinado em prefeita harmonia, Jesus, fica sozinho, inatingível e incomparável. Ele soprou uma nova vida a partir do céu, na sua e subsequentes idades. Ele é o autor de uma nova criação moral.
É a ultima postagem sobre as Pessoas da Judeia, acabando com a mais elevada, a mais inatingível, aquele que por isso, se fez pequeno por nós, Jesus o Filho de Deus, o Messias esperado pelo Mundo!
Boa Leitura!
Jesus, enquanto se moveu no interior das formas da Religião Judaica, foi muito superior e que revelou um novo mundo de ideias. Ele, também homenageou a lei de Deus, mas revelando seu sentido mais profundo de significado espiritual e cumpriu-o no seu preceito e exemplo. Ele como Rabino, ensinou como tendo autoridade directa de Deus, e não como os Escribas. Como Ele acusou os hipócritas sentados no lugar de Moisés, os líderes cegos de cegos, que estabeleciam pesados fardos sobre os ombros dos Homens, sem sequer tocá-los com os seus dedos, que fechavam o Reino de Deus aos Homens, não se salvando também, que tributavam hortelãs, anis e o cominho, e deixavam desfeitas importantes questões da Lei, Justiça, misericórdia e a fé, pois filtravam o mosquito e engoliam um camelo, quais sepulcros brancos, que aparentemente são realmente bonitos, mas interiormente estão cheios de ossos e homens mortos, como toda a imundície. Mas enquanto Jesus picava o orgulho dos líderes, ele animava e elevava os humildes e pequenos. Ele abençoava as crianças, Ele encorajava os Pobres, Ele convidava os cansados, Ele alimentou os esfomeados e curou os doentes, Ele converteu publicanos e pecadores, e construi alicerces fortes e profundos, em Deus de amor Eterno, para uma nova sociedade e uma nova humanidade. Foi um dos sublimes bem como belo momento da vida de Jesus, quando os discípulos perguntaram-no: Qual é o maior no Reino de Deus? E quando ele chamou uma criança para o meio deles e disse: “Em verdade vos digo, se não vos converteis e não vos tornardes como crianças pequenas, não entrareis no Reino de Deus, e quem recebe um destes pequeninos é a Mim que me recebe.”202 E num outro momento ele agradeceu ao Pai Celestial por revelar estas coisas ao pequeninos e escondê-las aos sábios, e convidou a todos que estão cansados e oprimidos a irem ter com ele para descansarem.203
Ele sabia desde o inicio que Ele era o Messias de Deus, o Rei de Israel. Essa consciência atingiu a sua maturidade em seu baptismo, quando ele recebeu o Espírito Santo sem medida.204 Para esta convicção Ele aderiu incondicionalmente, mesmo nas Horas negras de aparente falhanço da sua causa, depois de Judas o ter traído, depois de Pedro, o Confessor a Rocha, o ter negado, e todos o terem abandoná-lo. Ele afirmou que Ele era o Messias perante os Sumos-Sacerdotes do tribunal Judaico. Assegurou ao representante pagão do Império Romano que ele era um Rei, embora não sendo deste mundo, e quando crucificado na Cruz deu um lugar ao ladrão junto dele um lugar no seu Reino.205 Mas antes do tempo da Sua crucificação, e nos dias da Sua maior popularidade Ele evitou cuidadosamente cada publicação e demonstração que pode ter incentivado a ideia prevalecente de um Messias político e de uma revolta do povo. Ele escolheu para si próprio os mais humildes títulos Messiânicos que representa a sua condescendência para a nossa comum realidade, enquanto ao mesmo implica com a sua única posição como representante chefe da família humana, como o Ideal, o Perfeito, o Universal, o arquétipo do Homem. Ele chama-se habitualmente “o Filho do Homem”, que “não tem onde reclinar a sua cabeça” que “não vem para Ser servido mas para Servir e dar a Sua Vida para resgate de muitos”, que “tem o poder de Perdoar os pecados”, e “veio para Procurar e Salvar o que estava perdido”206. Quando Pedro faz a grande confissão em Cesareira de Felipe, Cristo aceitou-a, mas imediatamente advertiu-o do aproximar da Sua Paixão e Morte, no qual o discípulo recuou e quebrou.207 E com a expectativa da Sua crucificação certa, mas também da Sua ressurreição triunfante ao terceiro dia, ele entrou calmamente e com sublimar fortaleza na sua última viagem para Jerusalém, que “matou os Profetas”, e pregou-o na Cruz como se fosse um falso Messias blasfemador. Mas, na infinita Sabedoria e Misericórdia de Deus, o maior crime da História foi transformado na maior Bênção da humanidade.
Devemos concluir então que a vida e a obra de Cristo, enquanto admiravelmente adaptada às condições e vontades das pessoas do seu tempo, recebendo ilustração do seu meio-ambiente, não pode ser explicada por nenhum contemporâneo ou por antigas fontes de conhecimento intelectual ou moral. Ele não aprendeu nada por Professores humanos. A sua sabedoria não era deste mundo. Ele não precisava de visões ou revelações como os Profetas e Apóstolos. Ele veio directamente do seu Grande Pai do Céu, e quando ele falou do céu, falou da sua familiar Casa. Ele falou da plenitude de Deus dentro de Si. E suas palavras foram confirmadas por actos. O Exemplo é mais forte do que o preceito. Os provérbios permanecem impotentes até incarnarem-se em uma pessoa viva. É a Vida que é Luz dos Homens. Na pureza da doutrina e Santidade de Carácter combinado em prefeita harmonia, Jesus, fica sozinho, inatingível e incomparável. Ele soprou uma nova vida a partir do céu, na sua e subsequentes idades. Ele é o autor de uma nova criação moral.
quarta-feira, 8 de julho de 2009
As Pessoas IV
"A verdadeira religião nos prescreve que amemos até nossos inimigos." (Santo Agostinho)
A religião Judaica, no tempo de Cristo, tinha-se esquecido de Deus, pois só apontava para o Mundo, mas foi o Próprio Cristo que disse a Pilatos, "o meu Reino não é deste mundo", deitando por terra, as falsas esperanças messiânicas dos Judeus!
Boa Leitura!
Para o observador externo, os Judeus nesse tempo eram o povo mais religioso do mundo, e em certo sentido isso é verdade. Nunca uma nação foi governada por uma lei escrita por Deus, nunca uma nação estudou de forma cuidadosa e escrupulosamente os seus Livros Sagrados, e ainda prestar uma grande reverência para os seus sacerdotes e mestres. Os líderes da nação tinham horror e desprezo para com imundos, os Gentios não circuncidados, e confirmavam as pessoas ao seu orgulho e vaidade espiritual. Não admira que os Romanos perseguiram os Judeus com o ódium generis humani.
No entanto, afinal, esta intensa religiosidade, era apenas uma sombra da verdadeira religião. Era como uma cadáver rezando em vez de um corpo vivo. Ai! A Igreja Católica em algumas idades e partes dela, apresenta um semelhante triste espectáculo de enganosa forma de piedade sem a sua potência. O ensino e piedade Rabínica suportaram a mesma relação com os oráculos vivos de Deus, como a sofística escolástica e escritura teológica, e o casuísmo Jesuítico à ética Cristã. Os Rabinos gastaram todas as suas energias nas “vedações” da lei de modo a torná-la inacessível. Eles analisavam-na até à morte. Eles rodeavam-na com tantas distinções refinamentos que as pessoas não podiam ver a floresta para as árvores ou do tecto para as telhas, e confundiam a casaca com o corpo.198 Assim fizeram invalidar a Palavra de Deus pelas tradições dos homens.199 Um formalismo servil e rituais mecânicos foram substituídos pela piedade espiritual, um ostentosa santidade de carácter, casuísmo escrupuloso para a moralidade genuína, a letra que mata para a vida de graça do espírito, e o Tempo de Deus foi transformado em uma casa de mercadoria.
A profanação e perversão do espírito na carne, do interior para o exterior, invadiram mesmo o Santo dos Santos da Religião de Israel, as promessas e esperanças messiânicas, que corre como um fio dourado do proto-evangelho do paraíso perdido para a voz de João Baptista apontando para o cordeiro de Deus. A ideia de um Messias espiritual que devia esmagar a cabeça da serpente e resgatar Israel da escravidão do pecado, foi alterada por uma concepção de um político restaurador que deverá restaurar o trono de David em Jerusalém e, a partir desse centro político governar todos os gentios até aos confins da Terra. Os Judeus da época não podiam separar o Filho de David, como eles chamavam o Messias, do David da espada, ceptro e coroa. Mesmo os Apóstolos foram afectados por esta falsa noção, e esperavam garantir os lugares de topo na grande revolução, por conseguinte, não podiam compreender o Mestre quando ele lhes falou a aproximação da sua paixão e morte.200
O estado da opinião pública relativamente às expectativas messiânicas, conforme estipulado nos Evangelhos é plenamente confirmado pela literatura Judaica anterior e contemporânea, como os Livros Sibylline (cerca de 140 A.C.), o notável livro de Enoch (de incerta data, provavelmente de 130-30 A.C.), o Saltério de Salomão (63-48 A.C.), a Assunção de Moisés, Philo e Josefo, o apocalipse de Baruch, e o quarto livro da Esdras.201 Em todos eles o reino messiânico, ou o reino de Deus, é representado como um paraíso na terra dos Judeus, como um reino neste mundo, com Jerusalém como a sua Capital. Foi este popular ídolo de um pseudo-messias com que Satanás tentou Jesus no Deserto, quando ele lhe mostrou todos os reinos da Terra, sabendo que se ele conseguisse convertê-lo para este credo mundano, e induzi-lo a usar o seu poder miraculoso para egoísta gratificação, vaidosa ostentação, e ambição secular, derrotaria mais eficazmente o plano da redenção. A mesma aspiração política foi uma poderosa alavanca de rebelião contra o Jugo Romano, que terminou na destruição de Jerusalém, e renasceu na rebelião de Bar-Cocheba para terminar somente com um desastre semelhante.
Tal era o estado da religião Judaica no tempo de Cristo. Ele foi o único Mestre em Israel que viu através da máscara hipócrita o coração podre. Nenhum dos grandes Rabinos, nem Hillel, nem Shammai, Gamaliel tentou ou sequer conceber uma reforma, pelo contrário, empilharam tradição sobre tradição e acumularam o lixo de Talmude com doze grandes fólios e 2947 folhas, que representa a anti-Cristã petrificação do Judaísmo, enquanto os quatro evangelhos regeneraram a humanidade são a vida e a luz do mundo civilizado até este dia.
A religião Judaica, no tempo de Cristo, tinha-se esquecido de Deus, pois só apontava para o Mundo, mas foi o Próprio Cristo que disse a Pilatos, "o meu Reino não é deste mundo", deitando por terra, as falsas esperanças messiânicas dos Judeus!
Boa Leitura!
Para o observador externo, os Judeus nesse tempo eram o povo mais religioso do mundo, e em certo sentido isso é verdade. Nunca uma nação foi governada por uma lei escrita por Deus, nunca uma nação estudou de forma cuidadosa e escrupulosamente os seus Livros Sagrados, e ainda prestar uma grande reverência para os seus sacerdotes e mestres. Os líderes da nação tinham horror e desprezo para com imundos, os Gentios não circuncidados, e confirmavam as pessoas ao seu orgulho e vaidade espiritual. Não admira que os Romanos perseguiram os Judeus com o ódium generis humani.
No entanto, afinal, esta intensa religiosidade, era apenas uma sombra da verdadeira religião. Era como uma cadáver rezando em vez de um corpo vivo. Ai! A Igreja Católica em algumas idades e partes dela, apresenta um semelhante triste espectáculo de enganosa forma de piedade sem a sua potência. O ensino e piedade Rabínica suportaram a mesma relação com os oráculos vivos de Deus, como a sofística escolástica e escritura teológica, e o casuísmo Jesuítico à ética Cristã. Os Rabinos gastaram todas as suas energias nas “vedações” da lei de modo a torná-la inacessível. Eles analisavam-na até à morte. Eles rodeavam-na com tantas distinções refinamentos que as pessoas não podiam ver a floresta para as árvores ou do tecto para as telhas, e confundiam a casaca com o corpo.198 Assim fizeram invalidar a Palavra de Deus pelas tradições dos homens.199 Um formalismo servil e rituais mecânicos foram substituídos pela piedade espiritual, um ostentosa santidade de carácter, casuísmo escrupuloso para a moralidade genuína, a letra que mata para a vida de graça do espírito, e o Tempo de Deus foi transformado em uma casa de mercadoria.
A profanação e perversão do espírito na carne, do interior para o exterior, invadiram mesmo o Santo dos Santos da Religião de Israel, as promessas e esperanças messiânicas, que corre como um fio dourado do proto-evangelho do paraíso perdido para a voz de João Baptista apontando para o cordeiro de Deus. A ideia de um Messias espiritual que devia esmagar a cabeça da serpente e resgatar Israel da escravidão do pecado, foi alterada por uma concepção de um político restaurador que deverá restaurar o trono de David em Jerusalém e, a partir desse centro político governar todos os gentios até aos confins da Terra. Os Judeus da época não podiam separar o Filho de David, como eles chamavam o Messias, do David da espada, ceptro e coroa. Mesmo os Apóstolos foram afectados por esta falsa noção, e esperavam garantir os lugares de topo na grande revolução, por conseguinte, não podiam compreender o Mestre quando ele lhes falou a aproximação da sua paixão e morte.200
O estado da opinião pública relativamente às expectativas messiânicas, conforme estipulado nos Evangelhos é plenamente confirmado pela literatura Judaica anterior e contemporânea, como os Livros Sibylline (cerca de 140 A.C.), o notável livro de Enoch (de incerta data, provavelmente de 130-30 A.C.), o Saltério de Salomão (63-48 A.C.), a Assunção de Moisés, Philo e Josefo, o apocalipse de Baruch, e o quarto livro da Esdras.201 Em todos eles o reino messiânico, ou o reino de Deus, é representado como um paraíso na terra dos Judeus, como um reino neste mundo, com Jerusalém como a sua Capital. Foi este popular ídolo de um pseudo-messias com que Satanás tentou Jesus no Deserto, quando ele lhe mostrou todos os reinos da Terra, sabendo que se ele conseguisse convertê-lo para este credo mundano, e induzi-lo a usar o seu poder miraculoso para egoísta gratificação, vaidosa ostentação, e ambição secular, derrotaria mais eficazmente o plano da redenção. A mesma aspiração política foi uma poderosa alavanca de rebelião contra o Jugo Romano, que terminou na destruição de Jerusalém, e renasceu na rebelião de Bar-Cocheba para terminar somente com um desastre semelhante.
Tal era o estado da religião Judaica no tempo de Cristo. Ele foi o único Mestre em Israel que viu através da máscara hipócrita o coração podre. Nenhum dos grandes Rabinos, nem Hillel, nem Shammai, Gamaliel tentou ou sequer conceber uma reforma, pelo contrário, empilharam tradição sobre tradição e acumularam o lixo de Talmude com doze grandes fólios e 2947 folhas, que representa a anti-Cristã petrificação do Judaísmo, enquanto os quatro evangelhos regeneraram a humanidade são a vida e a luz do mundo civilizado até este dia.
sábado, 4 de julho de 2009
As Pessoas III
"Festejai o Senhor com címbalos ressonantes." (Vulgata)
O Autor fala da Sinagoga onde os Judeus reuniam-se para a sua vida religiosa, e onde qualquer um podia profetizar, e Jesus o fez! mas também fala sobre a grande festa da Páscoa, que todos os anos comemorava-se em Jerusalém, onde os peregrinos vindos de todos os lados do mundo, celebravam a libertação da escravidão que os seus antepassados sofreram no Egipto!
Boa Leitura!
A Sinagoga era o local, o templo o centro nacional da vida religiosa e social; Reuniam-se no Sábado semanalmente (e também na Segunda-Feira e Quinta-Feira), mais tarde na Páscoa e noutros festivais anuais. Cada cidade tinha uma Sinagoga, grandes Cidades costumavam ter muitas, especialmente Alexandria e Jerusalém.194 O Culto era muito simples, consistia em oração, canto, a leitura de vários pontos da Lei e dos Profetas em Hebreu, seguindo-se um comentário e Homilia em Aramaico. Havia uma certa liberdade democrática de profetizar, especialmente fora de Jerusalém. Qualquer Judeu com idade poderia ler as lições da escritura e fazer comentários sob o convite do chefe da Sinagoga. Este costume sugeriu a Jesus a mais natural forma de abrir o seu ministério público. Quando Jesus regressou do seu Baptismo a Nazaré, “Segundo o seu costume, entrou na Sinagoga no dia de Sábado, e levantou-se para ler. Entregaram-lhe o Livro do Profeta Isaías, e desenrolando-o deparou com a passagem em que está escrito: (61:1, 2) ‘O Espírito do Senhor Deus está sobre mim, porque o Senhor me ungiu, porque me ungiu para anunciar a Boa-Nova aos que sofrem, para curar os desesperados, para anunciar a libertação aos exilados e a liberdade aos prisioneiros para proclamar um ano da graça do Senhor.’ Depois, enrolou o Livro, entregou-o ao responsável e sentou-se. Todos os que estavam na Sinagoga tinham os olhos fixos nele. Começou então a dizer-lhes: ‘Cumpriu-se hoje esta passagem da Escritura que acabais de ouvir.’ Todos davam testemunho em seu favor e se admiravam com as palavras repletas de graça que saíam da sua boca. Diziam: ‘Não é este o filho de José?’” 195
Nos grandes festivais que Ele visitou a partir do seu décimo-segundo ano, na capital do país onde a religião Judaica brilhava todo o seu esplendor e atracção. Grandes caravanas com camelos carregados com disposições e ricas oferendas ao Templo, eram postas em marcha a partir do Norte e do Sul, do Oriente e do Ocidente para a cidade Santa “a alegria de toda a Terra” e estas peregrinações anuais, cantando os lindos Salmos do Peregrino (Sl, 120 a 134), contribui imensamente para a preservação e promoção da fé comum, como são as peregrinações a Meca que acompanham a vida do Islão. Poderemos reduzir grandemente os enormes números de Josefo, que em uma única Páscoa contou o número de estrangeiros residente em Jerusalém em 2,700,00 e o número de cordeiros abatidos em 256,500, mas ainda fica o facto da grandeza e solenidade da ocasião. Mesmo agora, na sua decadência, Jerusalém (como outras cidades Orientais) apresenta uma impressionante aparência pitoresca na Páscoa, quando os Cristãos peregrinos do longínquo Ocidente se misturam com a cor dos povos árabes, turcos, gregos, latinos, espanhóis e Judeus polacos, multidão que sufocam a Igreja do Santo Sepulcro. Quanto mais grandeza e deslumbramento deve ter sido este espectáculo cosmopolita quando os Sacerdotes (cujo o número Josefo estimou em 20,000), com a túnica bordada, o cíngulo de fio linho, o vistoso turbante, a insígnia dos Sumos-sacerdotes de púrpura violácea, de púrpura escarlate, de púrpura carmesim, o peitoral e a mitra, os Levitas com os chapéus altos, os Fariseus com os seus amplos amuletos e franjas, os Essénios com vestidos brancos com significado profético, soldados Romanos com atitude orgulhosa, cortesãos de Herodes com a pomposidade oriental, contrastando com mendigos e vestidos de trapos, quando incontáveis peregrinos, Judeus e estrangeiros de todas as partes do império, “Partos e Medos e Elamitas habitantes da Mesopotâmia, da Judeia e Capadócia, do Ponto e da Ásia, Frígia e Panfília, no Egipto e das regiões da Líbia cirenaica, colonos de Roma, tanto Judeus e prosélitos, Cretenses, e Árabes”196 todos trazendo o seus nacionais costumes como falando uma Babel de línguas, afluindo através das ruas, até ao monte Moriá onde “o gloriosos Templo erguia os seus pilares, não muito longe de parecer uma montanha iluminada com pináculos dourados no topo” e onde no décimo quarto dia do primeiro mês, colunas de fumo sacrificial surgiam a partir de dezenas de milhares de cordeiros pascais, em comemoração histórica da grande libertação da terra da escravidão, e, típica prefiguração da ainda maior redenção da escravidão do pecado e da morte.197
O Autor fala da Sinagoga onde os Judeus reuniam-se para a sua vida religiosa, e onde qualquer um podia profetizar, e Jesus o fez! mas também fala sobre a grande festa da Páscoa, que todos os anos comemorava-se em Jerusalém, onde os peregrinos vindos de todos os lados do mundo, celebravam a libertação da escravidão que os seus antepassados sofreram no Egipto!
Boa Leitura!
A Sinagoga era o local, o templo o centro nacional da vida religiosa e social; Reuniam-se no Sábado semanalmente (e também na Segunda-Feira e Quinta-Feira), mais tarde na Páscoa e noutros festivais anuais. Cada cidade tinha uma Sinagoga, grandes Cidades costumavam ter muitas, especialmente Alexandria e Jerusalém.194 O Culto era muito simples, consistia em oração, canto, a leitura de vários pontos da Lei e dos Profetas em Hebreu, seguindo-se um comentário e Homilia em Aramaico. Havia uma certa liberdade democrática de profetizar, especialmente fora de Jerusalém. Qualquer Judeu com idade poderia ler as lições da escritura e fazer comentários sob o convite do chefe da Sinagoga. Este costume sugeriu a Jesus a mais natural forma de abrir o seu ministério público. Quando Jesus regressou do seu Baptismo a Nazaré, “Segundo o seu costume, entrou na Sinagoga no dia de Sábado, e levantou-se para ler. Entregaram-lhe o Livro do Profeta Isaías, e desenrolando-o deparou com a passagem em que está escrito: (61:1, 2) ‘O Espírito do Senhor Deus está sobre mim, porque o Senhor me ungiu, porque me ungiu para anunciar a Boa-Nova aos que sofrem, para curar os desesperados, para anunciar a libertação aos exilados e a liberdade aos prisioneiros para proclamar um ano da graça do Senhor.’ Depois, enrolou o Livro, entregou-o ao responsável e sentou-se. Todos os que estavam na Sinagoga tinham os olhos fixos nele. Começou então a dizer-lhes: ‘Cumpriu-se hoje esta passagem da Escritura que acabais de ouvir.’ Todos davam testemunho em seu favor e se admiravam com as palavras repletas de graça que saíam da sua boca. Diziam: ‘Não é este o filho de José?’” 195
Nos grandes festivais que Ele visitou a partir do seu décimo-segundo ano, na capital do país onde a religião Judaica brilhava todo o seu esplendor e atracção. Grandes caravanas com camelos carregados com disposições e ricas oferendas ao Templo, eram postas em marcha a partir do Norte e do Sul, do Oriente e do Ocidente para a cidade Santa “a alegria de toda a Terra” e estas peregrinações anuais, cantando os lindos Salmos do Peregrino (Sl, 120 a 134), contribui imensamente para a preservação e promoção da fé comum, como são as peregrinações a Meca que acompanham a vida do Islão. Poderemos reduzir grandemente os enormes números de Josefo, que em uma única Páscoa contou o número de estrangeiros residente em Jerusalém em 2,700,00 e o número de cordeiros abatidos em 256,500, mas ainda fica o facto da grandeza e solenidade da ocasião. Mesmo agora, na sua decadência, Jerusalém (como outras cidades Orientais) apresenta uma impressionante aparência pitoresca na Páscoa, quando os Cristãos peregrinos do longínquo Ocidente se misturam com a cor dos povos árabes, turcos, gregos, latinos, espanhóis e Judeus polacos, multidão que sufocam a Igreja do Santo Sepulcro. Quanto mais grandeza e deslumbramento deve ter sido este espectáculo cosmopolita quando os Sacerdotes (cujo o número Josefo estimou em 20,000), com a túnica bordada, o cíngulo de fio linho, o vistoso turbante, a insígnia dos Sumos-sacerdotes de púrpura violácea, de púrpura escarlate, de púrpura carmesim, o peitoral e a mitra, os Levitas com os chapéus altos, os Fariseus com os seus amplos amuletos e franjas, os Essénios com vestidos brancos com significado profético, soldados Romanos com atitude orgulhosa, cortesãos de Herodes com a pomposidade oriental, contrastando com mendigos e vestidos de trapos, quando incontáveis peregrinos, Judeus e estrangeiros de todas as partes do império, “Partos e Medos e Elamitas habitantes da Mesopotâmia, da Judeia e Capadócia, do Ponto e da Ásia, Frígia e Panfília, no Egipto e das regiões da Líbia cirenaica, colonos de Roma, tanto Judeus e prosélitos, Cretenses, e Árabes”196 todos trazendo o seus nacionais costumes como falando uma Babel de línguas, afluindo através das ruas, até ao monte Moriá onde “o gloriosos Templo erguia os seus pilares, não muito longe de parecer uma montanha iluminada com pináculos dourados no topo” e onde no décimo quarto dia do primeiro mês, colunas de fumo sacrificial surgiam a partir de dezenas de milhares de cordeiros pascais, em comemoração histórica da grande libertação da terra da escravidão, e, típica prefiguração da ainda maior redenção da escravidão do pecado e da morte.197
quarta-feira, 1 de julho de 2009
As Pessoas II
"Uma vida não questionada não merece ser vivida" (Platão)
Boa Leitura!
Ele associou-se a todas os grupos sociais da sociedade Judaica, atraindo o Bem e repelindo o mal, repreendendo o vicio e aliviando a miséria, mas a maior parte do seu tempo ele passou entre as classes médias que constituem o osso e o sustentáculo da nação, os agricultores e trabalhadores da Galileia, que nos são descritos como industriais, raça brava e corajosa, tomando a liderança em movimentos políticos sediados, e constituindo até ao último momento a defesa de Jerusalém.177 Ao mesmo tempo, eram olhados pelos Judeus mais rigorosos da Judeia como Semi-pagãos ou semi-bárbaros, daí a pergunta, “Pode algum bem sair da Galileia”, e “da Galileia não sairá nenhum Profeta.” 178 Ele seleccionou os seus apóstolos de Humildes, Honestos e Simples Pescadores, que se tornaram pescadores de Homens e professores das futuras idades. Na Judeia Ele entrou em contacto com os líderes Religiosos, e era apropriado que Ele deveria fechar o seu ministério e estabelecer a sua Igreja na capital da nação.
Moveu-se entre as pessoas como um Rabino (meu Senhor) ou como Mestre, e sob estes nomes geralmente chamavam-no.179 Os Rabinos eram os Líderes Intelectuais e Morais da Nação, teólogos, pessoas de Direito, e Pregadores, os interpretadores da Lei, os guardiães da consciência, os reguladores da vida e conduta diária, que eram classificados como Moisés e os Profetas, com alegada igual reverência. Eles estavam mais elevados do que os Sacerdotes que ganhavam a sua posição pelo nascimento, e não por mérito Pessoal. Cobiçavam os lugares dos Chefes nas Sinagogas e Festas, gostavam de ser saudados no mercado e serem chamados pelos Homens, “Mestre, Mestre.” Daí a advertência do Senhor: “Quanto a vós, não vos deixeis tratar por ‘Mestres’, pois um só é o vosso Mestre, e vós sois todos irmãos.”180 Eles ensinavam no Tempo, na sinagoga, e na escola (Bethhamidrash), e ensinavam os seus pupilos, sentados no chão a seus pés, perguntando, e respondendo questões, nos intricados do Judaísmo casuístico. Eles acumulavam as tradições orais que eram posteriormente incorporadas no Talmude, esse enorme repositório de sabedoria e loucura Judaica. Executaram actos oficiais gratuitamente.181 Derivavam o seu suporte a partir de honrosos comércios ou presentes de seus alunos, ou se casavam em famílias ricas. O Rabino Hillel advertiu contra o ganho de fazer da lei fonte de lucro, mas também contra o excesso de trabalho, dizendo: “Quem é muito dado ao comércio, não se tornará sábio.” No livro de Jesus, filho de Sirach (que foi escrito cerca do ano 200 A.C.), um mercador é representado como incompatível com a vocação de estudante e Professor182, mas o sentimento predominante na época de Cristo favoreceu uma combinação de trabalho físico e intelectual com benefícios para a saúde e o carácter. Um terço do dia devia ser usado para estudar, um terço para rezar, e outro para trabalhar. “Amor ao trabalho manual”, foi o lema da Shemaja, um professor de Hillel. “Aquele que não ensina o seu filho ser mercador” disse Rabino Jehuda, “é a mesma coisa, como lhe ensinasse a ser um ladrão.” “Não há comércio,” diz o Talmude, “no qual pode ser dispensado, mas feliz é aquele que tem em seus pais o exemplo de mercadores do mais excelente tipo.183”
O próprio Jesus não foi apenas Filho de um Carpinteiro, mas durante a sua Juventude ajudou o seu Pai no trabalho.184 Quando ele começou o seu Ministério público, o Zelo pela Casa de Deus reivindicou todo o seu tempo e força, e as suas modestas necessidades era mais que fornecidas por alguns discípulos gratos, a fim de que alguma coisa fosse deixada para benefício do pobre.185 Santo Paulo aprendeu o ofício de fabricador de tendas, que era a disposição da sua nativa Cilícia, e derivou desta o seu sustenho, ainda que Apóstolo, poderia aliviar as suas congregações e manter uma independência nobre.186
Jesus utilizou os lugares usuais de instrução pública a Sinagoga e o Templo, mas também pregava fora de portas, sob a montanha, no, lado do mar, e onde as pessoas se reuniam para ouvi-lo. “Eu tenho falado abertamente ao mundo; sempre ensinei na Sinagoga e no Templo, onde todos os Judeus se reúnem, e não disse nada em segredo.187 Paulo também ensinava nas Sinagogas onde quer que tivesse uma oportunidade nas suas viagens apostólicas.188 O familiar modo de ensino era por disputa, perguntando e respondendo a perguntas sobre pontos intricados, da lei, por parábolas e conceituosas sentenças, facilmente ditas por memória. O Rabino sentado numa cadeira, e os alunos ficavam de pé, ou sentavam-se no chão a seus pés.189 O conhecimento da Lei de Deus era geral entre os Judeus e considerado o mais importante que possuíam. Eles recordavam os mandamentos melhor do que os seus próprios nomes.190 A instrução começava na infância no seio da família e continuada na escola e Sinagoga. Timóteo aprendeu as Sagradas Escrituras nos joelhos da sua mãe Avó.191 Josefo ostenta, em detrimento dos seus superiores, que, quando tinha apenas quatorze anos de idade, ele tinha um tal conhecimento exacto de direito que ele foi consultado pelo Sumo Sacerdote e os Homens de prestígio de Jerusalém.192 Professores foram nomeados em cada cidade, e as crianças foram ensinadas a ler e escrever no seu sexto ou sétimo ano, mas escrever era raro conseguirem.193
Boa Leitura!
Ele associou-se a todas os grupos sociais da sociedade Judaica, atraindo o Bem e repelindo o mal, repreendendo o vicio e aliviando a miséria, mas a maior parte do seu tempo ele passou entre as classes médias que constituem o osso e o sustentáculo da nação, os agricultores e trabalhadores da Galileia, que nos são descritos como industriais, raça brava e corajosa, tomando a liderança em movimentos políticos sediados, e constituindo até ao último momento a defesa de Jerusalém.177 Ao mesmo tempo, eram olhados pelos Judeus mais rigorosos da Judeia como Semi-pagãos ou semi-bárbaros, daí a pergunta, “Pode algum bem sair da Galileia”, e “da Galileia não sairá nenhum Profeta.” 178 Ele seleccionou os seus apóstolos de Humildes, Honestos e Simples Pescadores, que se tornaram pescadores de Homens e professores das futuras idades. Na Judeia Ele entrou em contacto com os líderes Religiosos, e era apropriado que Ele deveria fechar o seu ministério e estabelecer a sua Igreja na capital da nação.
Moveu-se entre as pessoas como um Rabino (meu Senhor) ou como Mestre, e sob estes nomes geralmente chamavam-no.179 Os Rabinos eram os Líderes Intelectuais e Morais da Nação, teólogos, pessoas de Direito, e Pregadores, os interpretadores da Lei, os guardiães da consciência, os reguladores da vida e conduta diária, que eram classificados como Moisés e os Profetas, com alegada igual reverência. Eles estavam mais elevados do que os Sacerdotes que ganhavam a sua posição pelo nascimento, e não por mérito Pessoal. Cobiçavam os lugares dos Chefes nas Sinagogas e Festas, gostavam de ser saudados no mercado e serem chamados pelos Homens, “Mestre, Mestre.” Daí a advertência do Senhor: “Quanto a vós, não vos deixeis tratar por ‘Mestres’, pois um só é o vosso Mestre, e vós sois todos irmãos.”180 Eles ensinavam no Tempo, na sinagoga, e na escola (Bethhamidrash), e ensinavam os seus pupilos, sentados no chão a seus pés, perguntando, e respondendo questões, nos intricados do Judaísmo casuístico. Eles acumulavam as tradições orais que eram posteriormente incorporadas no Talmude, esse enorme repositório de sabedoria e loucura Judaica. Executaram actos oficiais gratuitamente.181 Derivavam o seu suporte a partir de honrosos comércios ou presentes de seus alunos, ou se casavam em famílias ricas. O Rabino Hillel advertiu contra o ganho de fazer da lei fonte de lucro, mas também contra o excesso de trabalho, dizendo: “Quem é muito dado ao comércio, não se tornará sábio.” No livro de Jesus, filho de Sirach (que foi escrito cerca do ano 200 A.C.), um mercador é representado como incompatível com a vocação de estudante e Professor182, mas o sentimento predominante na época de Cristo favoreceu uma combinação de trabalho físico e intelectual com benefícios para a saúde e o carácter. Um terço do dia devia ser usado para estudar, um terço para rezar, e outro para trabalhar. “Amor ao trabalho manual”, foi o lema da Shemaja, um professor de Hillel. “Aquele que não ensina o seu filho ser mercador” disse Rabino Jehuda, “é a mesma coisa, como lhe ensinasse a ser um ladrão.” “Não há comércio,” diz o Talmude, “no qual pode ser dispensado, mas feliz é aquele que tem em seus pais o exemplo de mercadores do mais excelente tipo.183”
O próprio Jesus não foi apenas Filho de um Carpinteiro, mas durante a sua Juventude ajudou o seu Pai no trabalho.184 Quando ele começou o seu Ministério público, o Zelo pela Casa de Deus reivindicou todo o seu tempo e força, e as suas modestas necessidades era mais que fornecidas por alguns discípulos gratos, a fim de que alguma coisa fosse deixada para benefício do pobre.185 Santo Paulo aprendeu o ofício de fabricador de tendas, que era a disposição da sua nativa Cilícia, e derivou desta o seu sustenho, ainda que Apóstolo, poderia aliviar as suas congregações e manter uma independência nobre.186
Jesus utilizou os lugares usuais de instrução pública a Sinagoga e o Templo, mas também pregava fora de portas, sob a montanha, no, lado do mar, e onde as pessoas se reuniam para ouvi-lo. “Eu tenho falado abertamente ao mundo; sempre ensinei na Sinagoga e no Templo, onde todos os Judeus se reúnem, e não disse nada em segredo.187 Paulo também ensinava nas Sinagogas onde quer que tivesse uma oportunidade nas suas viagens apostólicas.188 O familiar modo de ensino era por disputa, perguntando e respondendo a perguntas sobre pontos intricados, da lei, por parábolas e conceituosas sentenças, facilmente ditas por memória. O Rabino sentado numa cadeira, e os alunos ficavam de pé, ou sentavam-se no chão a seus pés.189 O conhecimento da Lei de Deus era geral entre os Judeus e considerado o mais importante que possuíam. Eles recordavam os mandamentos melhor do que os seus próprios nomes.190 A instrução começava na infância no seio da família e continuada na escola e Sinagoga. Timóteo aprendeu as Sagradas Escrituras nos joelhos da sua mãe Avó.191 Josefo ostenta, em detrimento dos seus superiores, que, quando tinha apenas quatorze anos de idade, ele tinha um tal conhecimento exacto de direito que ele foi consultado pelo Sumo Sacerdote e os Homens de prestígio de Jerusalém.192 Professores foram nomeados em cada cidade, e as crianças foram ensinadas a ler e escrever no seu sexto ou sétimo ano, mas escrever era raro conseguirem.193
domingo, 28 de junho de 2009
As Pessoas I
"O nosso socorro está no nome do Senhor, que fez o céu e da Terra." Salmo 124:8
O Autor fala sobre o povo Judeu, e as suas particularidades, o povo eleito por Deus, para acolher o Salvador do mundo, no entanto o último a ver a Luz, "Porque os primeiros serão os últimos, e os últimos os primeiros".. Terá alguumas postagens este assunto..
Boa Leitura!
Existe um argumento melhor para a Cristandade do que os Judeus? Existe algum facto mais patente e teimoso na história do que a intensa e imutável Nacionalidade Semita igualmente com intensa Religiosidade? Não é verdadeiramente simbolizado pelo o arbusto no deserto que o fogo queima mas não consumiu? Nabucodonosor, Antíoco Epifânio, Tito, Adriano exerceram os seus poderes despóticos para exterminar os Judeus, o édito de Adriano proibia a circuncisão e todos os ritos da religião Judaica. A intolerância dos governantes cristãos tratou-os por muito tempo com uma cruel vingança, como se todos os Judeus fossem pessoalmente responsáveis pelo crime da crucificação. E, eis que os Judeus ainda vivem tenazmente como sempre, inalterados e imutáveis, características nacionais, com um poder omnipresente na Cristandade. Ainda produz, com sua idade já avançada, notáveis homens com influência tanto para o bem como para o mal no comércio, política, e no mundo literário. Precisamos apenas recordar nomes como Spinoza, Rothschild, Disraeli, Mendelssohn, Heine, Neander. Se lermos os tratados dos historiadores e sátiras de Roma imperial sobre os Judeus e o lugar onde viviam onde deixavam as suas marcas ao longo do Tiber, somo atingidos pela mesma identidade que deixaram, agora nos seus descendentes nas ruas da moderna Roma, Frankfurt, e Nova Iorque. Então estes excitavam como ainda hoje o desprezo e a admiração do mundo, eram notáveis para contrastes entre beleza intelectual e física, com a miserável pobreza e avarenta riqueza. Gostavam de cebolas e alhos, e negociavam com roupas velhas, vidros partidos, e fósforo de enxofre, mas sabiam como se erguerem da pobreza e sujeira em riqueza e influência, eles foram rígidos monoteístas e escrupulosamente legalistas, que filtravam moscas e engoliam camelos, então como agora foram temperados, sóbrios, industriais, com juízo e afectuosos nas suas relações domésticas e cuidadosos com a educação religiosa dos seus filhos. A maioria era então, como são agora, descendentes directos de Jacob o Segundo Filho, a pequena minoria espiritual dos filhos de Abraão, o amigo de Deus e Pai dos fiéis. Fora desta privilegiado povo foram, no tempo de Jesus e depois muitas vezes, os inimigos mais amargos e os amigos mais sinceros do Cristianismo.
Entre as peculiares pessoas que Jesus passou a sua vida terrena, um Judeu de Judeus, contudo no sentido mais alto o Filho do Homem, o segundo Adão, a cabeça representativa e regenerador de toda a raça Humana. Para trinta anos de reserva e preparação, escondeu a sua Glória Divina e conteve o seu próprio desejo de se manifestar, esperando calmamente até a voz da profecia, após séculos de silêncio, anunciar, no deserto da Judeia, nas margens do rio Jordão, a vinda do reino de Deus, surpreendendo a consciência dos Homens apelando ao seu arrependimento. Depois durante três anos, Ele manifestou-se livremente com os seus compatriotas. Ocasionalmente ele conheceu e curou Gentios também, que eram numerosos na Galileia, Ele elogiou a sua Fé como a que não tinha encontrado em Israel, e profetizou que muitos devem vir do Oriente e do Ocidente, e deverão sentar-se com Abraão, Isaac, e Jacob no Reino dos Céus, enquanto os filhos do Reino serão expulsos em trevas exteriores.173 Ele conversou com uma mulher da Samaria, para surpresa dos seus Discípulos, no mais sublime tema, e repreendeu os preconceitos dos Judeus sustentando que um bom Samaritano como um modelo de imitação.174 Foi por ocasião de uma visita de alguns “Gregos”, pouco antes da crucificação, que ele proferiu a profecia notável da atracção Universal da sua Cruz.175 Mas estes eram excepções. A sua missão, antes da ressurreição, foi às ovelhas perdidas de Israel.176
O Autor fala sobre o povo Judeu, e as suas particularidades, o povo eleito por Deus, para acolher o Salvador do mundo, no entanto o último a ver a Luz, "Porque os primeiros serão os últimos, e os últimos os primeiros".. Terá alguumas postagens este assunto..
Boa Leitura!
Existe um argumento melhor para a Cristandade do que os Judeus? Existe algum facto mais patente e teimoso na história do que a intensa e imutável Nacionalidade Semita igualmente com intensa Religiosidade? Não é verdadeiramente simbolizado pelo o arbusto no deserto que o fogo queima mas não consumiu? Nabucodonosor, Antíoco Epifânio, Tito, Adriano exerceram os seus poderes despóticos para exterminar os Judeus, o édito de Adriano proibia a circuncisão e todos os ritos da religião Judaica. A intolerância dos governantes cristãos tratou-os por muito tempo com uma cruel vingança, como se todos os Judeus fossem pessoalmente responsáveis pelo crime da crucificação. E, eis que os Judeus ainda vivem tenazmente como sempre, inalterados e imutáveis, características nacionais, com um poder omnipresente na Cristandade. Ainda produz, com sua idade já avançada, notáveis homens com influência tanto para o bem como para o mal no comércio, política, e no mundo literário. Precisamos apenas recordar nomes como Spinoza, Rothschild, Disraeli, Mendelssohn, Heine, Neander. Se lermos os tratados dos historiadores e sátiras de Roma imperial sobre os Judeus e o lugar onde viviam onde deixavam as suas marcas ao longo do Tiber, somo atingidos pela mesma identidade que deixaram, agora nos seus descendentes nas ruas da moderna Roma, Frankfurt, e Nova Iorque. Então estes excitavam como ainda hoje o desprezo e a admiração do mundo, eram notáveis para contrastes entre beleza intelectual e física, com a miserável pobreza e avarenta riqueza. Gostavam de cebolas e alhos, e negociavam com roupas velhas, vidros partidos, e fósforo de enxofre, mas sabiam como se erguerem da pobreza e sujeira em riqueza e influência, eles foram rígidos monoteístas e escrupulosamente legalistas, que filtravam moscas e engoliam camelos, então como agora foram temperados, sóbrios, industriais, com juízo e afectuosos nas suas relações domésticas e cuidadosos com a educação religiosa dos seus filhos. A maioria era então, como são agora, descendentes directos de Jacob o Segundo Filho, a pequena minoria espiritual dos filhos de Abraão, o amigo de Deus e Pai dos fiéis. Fora desta privilegiado povo foram, no tempo de Jesus e depois muitas vezes, os inimigos mais amargos e os amigos mais sinceros do Cristianismo.
Entre as peculiares pessoas que Jesus passou a sua vida terrena, um Judeu de Judeus, contudo no sentido mais alto o Filho do Homem, o segundo Adão, a cabeça representativa e regenerador de toda a raça Humana. Para trinta anos de reserva e preparação, escondeu a sua Glória Divina e conteve o seu próprio desejo de se manifestar, esperando calmamente até a voz da profecia, após séculos de silêncio, anunciar, no deserto da Judeia, nas margens do rio Jordão, a vinda do reino de Deus, surpreendendo a consciência dos Homens apelando ao seu arrependimento. Depois durante três anos, Ele manifestou-se livremente com os seus compatriotas. Ocasionalmente ele conheceu e curou Gentios também, que eram numerosos na Galileia, Ele elogiou a sua Fé como a que não tinha encontrado em Israel, e profetizou que muitos devem vir do Oriente e do Ocidente, e deverão sentar-se com Abraão, Isaac, e Jacob no Reino dos Céus, enquanto os filhos do Reino serão expulsos em trevas exteriores.173 Ele conversou com uma mulher da Samaria, para surpresa dos seus Discípulos, no mais sublime tema, e repreendeu os preconceitos dos Judeus sustentando que um bom Samaritano como um modelo de imitação.174 Foi por ocasião de uma visita de alguns “Gregos”, pouco antes da crucificação, que ele proferiu a profecia notável da atracção Universal da sua Cruz.175 Mas estes eram excepções. A sua missão, antes da ressurreição, foi às ovelhas perdidas de Israel.176
quarta-feira, 24 de junho de 2009
Terra IV
“Pai, perdoa-lhes porque não sabem o que fazem” (Luc. 23:34)
A Terra de Cristo como o Autor diz, é como um quinto Evangelho, ondo o mundo pode contemplar e confirmar as verdades do Evangelho, onde pode suspirar que o Reino de Deus, venha! Vinde Senhor Jesus!
Boa Leitura!
O fecho terreno da jovem Vida de nosso Senhor e o inicio da sua vida Celeste teve lugar em Jerusalém, e em seus redores, onde qualquer lugar convida a mente a meditar os acontecimentos mais importantes que ocorreram ou que irão ocorrer neste mundo. Jerusalém frequentemente cercado e destruído, bem como muitas vezes reconstruído “sobre a sua própria pilha”, é na verdade não mais a Jerusalém de Herodes, que está enterrada muitos metros abaixos do lixo e sujeira dos séculos, até mesmo o lugar do Calvário é contestado, e a superstição infelizmente obscureceu e desfigurou associações Historicas.169 “Cristo não está lá, Ele ressuscitou.”170 Não há mais monotonia vista no mundo do que na actual Jerusalém em contraste com a sua antiga glória, repleta de vida como as cidades ocidentais, no entanto são tantas as memórias sagradas à nossa volta perfumando o ar, que mesmo Roma deve ceder a palma de interesse, para a cidade que assistiu a crucificação e a ressurreição. O templo de Herodes no Monte Moriah, uma vez o local de peregrinação de piedosos Judeus de todo o Mundo, e enriquecido com tesouros de ouro e prata, excitando a avareza dos conquistadores, tenha desaparecido totalmente, e “nem uma pedra será deixada em cima” em literal cumprimento da profecia de Cristo171. Mas as massivas fundações da estrutura de Salomão à volta da área do Templo, ainda ostentam as marcas dos operários Fenícios. “ O muro das lamentações” é humidificada pelas lágrimas dos Judeus que se reúnem lá todas as Sextas Feiras a chorar sobre os pecados e as desgraças dos seus antepassados, e se olharmos para baixo a partir do Monte da Oliveira sobre o Monte Moriah e a Muçulmana Cúpula da Rocha, a cidade ainda hoje apresenta uma das mais imponentes, assim como a mais profunda e emocional vista na Terra. O ribeiro de Kedron, que Jesus cruzou nessa solene Noite depois da última Ceia Pascal, e o Getsemani com suas veneráveis oliveiras com reminiscências da Agonia, e o Monte da Oliveira no qual ele subiu ao céu, ainda estão lá, e atrás deste estão o resto da Betânia, casa de Paz e de Amizade Santa que o ampararam nas últimas noites antes da crucificação. Estando nessa montanha com a sua magnífica vista, ou no ponto de viragem da estrada de Jericó e Betânia, e olhando por cima do Monte Moriah e da cidade Santa, compreenderemos perfeitamente a razão do qual o Salvador chorou e exclamou: “Jerusalém, Jerusalém, tu que mataste os Profetas, e apedrejas os que te são enviados! Quantas vezes quis reunir os teus filhos como as galinhas reúne os seus pintainhos sob as asas, e tu não quisestes! Pois bem, a vossa casa ficará deserta.”
Assim, a Terra e a ilustração da Bíblia confirmam-se mutuamente. A Bíblia ainda é cheia de vida e omnipresente no mundo civilizado. A Terra está gemendo sob o despotismo irreformável do “inqualificáveis” Turcos, que actua como um sopro de Sirocco do Deserto. (Nota: Este Livro foi escrito no Século XIX) Palestina fica sob a maldição de Deus. É, no máximo, uma venerável ruína “em todos implorando a beleza da decadência”, mas não sem esperança de futuro na ressurreição no tempo de Deus. Mas em sua própria desolação que fornece evidência para a verdade da Bíblia. Trata-se de um “quinto Evangelho”, gravado sob as rochas.172
A Terra de Cristo como o Autor diz, é como um quinto Evangelho, ondo o mundo pode contemplar e confirmar as verdades do Evangelho, onde pode suspirar que o Reino de Deus, venha! Vinde Senhor Jesus!
Boa Leitura!
O fecho terreno da jovem Vida de nosso Senhor e o inicio da sua vida Celeste teve lugar em Jerusalém, e em seus redores, onde qualquer lugar convida a mente a meditar os acontecimentos mais importantes que ocorreram ou que irão ocorrer neste mundo. Jerusalém frequentemente cercado e destruído, bem como muitas vezes reconstruído “sobre a sua própria pilha”, é na verdade não mais a Jerusalém de Herodes, que está enterrada muitos metros abaixos do lixo e sujeira dos séculos, até mesmo o lugar do Calvário é contestado, e a superstição infelizmente obscureceu e desfigurou associações Historicas.169 “Cristo não está lá, Ele ressuscitou.”170 Não há mais monotonia vista no mundo do que na actual Jerusalém em contraste com a sua antiga glória, repleta de vida como as cidades ocidentais, no entanto são tantas as memórias sagradas à nossa volta perfumando o ar, que mesmo Roma deve ceder a palma de interesse, para a cidade que assistiu a crucificação e a ressurreição. O templo de Herodes no Monte Moriah, uma vez o local de peregrinação de piedosos Judeus de todo o Mundo, e enriquecido com tesouros de ouro e prata, excitando a avareza dos conquistadores, tenha desaparecido totalmente, e “nem uma pedra será deixada em cima” em literal cumprimento da profecia de Cristo171. Mas as massivas fundações da estrutura de Salomão à volta da área do Templo, ainda ostentam as marcas dos operários Fenícios. “ O muro das lamentações” é humidificada pelas lágrimas dos Judeus que se reúnem lá todas as Sextas Feiras a chorar sobre os pecados e as desgraças dos seus antepassados, e se olharmos para baixo a partir do Monte da Oliveira sobre o Monte Moriah e a Muçulmana Cúpula da Rocha, a cidade ainda hoje apresenta uma das mais imponentes, assim como a mais profunda e emocional vista na Terra. O ribeiro de Kedron, que Jesus cruzou nessa solene Noite depois da última Ceia Pascal, e o Getsemani com suas veneráveis oliveiras com reminiscências da Agonia, e o Monte da Oliveira no qual ele subiu ao céu, ainda estão lá, e atrás deste estão o resto da Betânia, casa de Paz e de Amizade Santa que o ampararam nas últimas noites antes da crucificação. Estando nessa montanha com a sua magnífica vista, ou no ponto de viragem da estrada de Jericó e Betânia, e olhando por cima do Monte Moriah e da cidade Santa, compreenderemos perfeitamente a razão do qual o Salvador chorou e exclamou: “Jerusalém, Jerusalém, tu que mataste os Profetas, e apedrejas os que te são enviados! Quantas vezes quis reunir os teus filhos como as galinhas reúne os seus pintainhos sob as asas, e tu não quisestes! Pois bem, a vossa casa ficará deserta.”
Assim, a Terra e a ilustração da Bíblia confirmam-se mutuamente. A Bíblia ainda é cheia de vida e omnipresente no mundo civilizado. A Terra está gemendo sob o despotismo irreformável do “inqualificáveis” Turcos, que actua como um sopro de Sirocco do Deserto. (Nota: Este Livro foi escrito no Século XIX) Palestina fica sob a maldição de Deus. É, no máximo, uma venerável ruína “em todos implorando a beleza da decadência”, mas não sem esperança de futuro na ressurreição no tempo de Deus. Mas em sua própria desolação que fornece evidência para a verdade da Bíblia. Trata-se de um “quinto Evangelho”, gravado sob as rochas.172
domingo, 21 de junho de 2009
A Terra III
"Esta é a voz do meu amado; ei-lo aí, que já vem saltando sobre os montes, pulando sobre os outeiros." Cânticos 2:8
O autor continua com a descrição da paisagem, das terra onde Deus pisou!
Boa Leitura
Jesus inaugurou o seu ministério público com o seu Baptismo no rápido fluído do rio Jordão, que liga a Antiga e a Nova Aliança. O lugar tradicional, a poucas milhas de Jericó, ainda é visitado por milhares de peregrinos Cristãos de todas as partes do mundo na época da Páscoa, no qual repetem o espectáculo do baptismo de João às multidões, quando as pessoas vinham “de Jerusalém e de todas as regiões da Judeia e em redor da Jordânia “para confessar os seus pecados e receber a água do baptismo do arrependimento”.
As ruínas de Jacob, ainda marcam bem o lugar onde Jesus cansado da viagem sentou, mas não das suas obras de misericórdia quando abriu à pobre mulher da Samaria o bem da água da vida e instrui-a no culto verdadeiro a Deus; e na paisagem circundante, Monte Gerizim, e Monte Ebal, a cidade de Shechem, os campos cultivados que embranqueciam na colheita, tudo ilustrado e confirmando a narrativa do quarto capítulo de João; enquanto os restos fossilizados dos Samaritanos em Nablous (a moderna Shechem) ainda perpétua a memória do sacrifício Pascal de acordo com a proscrição Mosaica, e o seu ódio tradicional dos Judeus.
Avançamos em direcção ao norte da Galileia onde Jesus passou a maior parte popular do seu ministério público onde falou tantas palavras imperecíveis de sabedoria e amor à estupefacta multidão. Província que foi outrora coberta densamente de florestas, campos cultivados, plantas e árvores de diferentes cidades, vilas e uma próspera mas esforçada população.166 A rejeição do Messias e a invasão Muçulmana há muito que transformou esse paraíso da natureza em um deserto desolado, no entanto não poderia obliterar as Santas Memórias e ilustrações Históricas do Santo Evangelho. Há o lago com suas águas azuis claras, com navios que navegam de terra em terra, bem como a cena de batalha naval entre Romanos e Judeus, agora completamente esquecida, mas ainda abundante em peixes, e sujeitos a violentas tempestades repentinas, tais como a que Jesus mandou cessar. Existem os planaltos onde Jesus proclamou o Sermão da Montanha, a Magna Carta do seu Reino, e na qual muitas vezes retirou-se para rezar. Lá na costa ocidental fica a planície de Gennesaret, que ainda se caracteriza pela sua natural fertilidade e exuberante crescimento de Mimosas e thistles e as luminosas vermelhas magnólias cobrindo estas. Existe a cidade suja de Tibérias, construída por Herodes Antipas, onde rabinos Judaicos continuam buscar escrupulosamente na Letra das Escrituras sem encontrar Cristo nas mesmas. Algumas cabanas muçulmanas chamadas de Mejdel continuam ainda a indicar o local de nascimento de Maria Madalena, cujas lágrimas penitenciais de alegria e ressurreição são um precioso legado do Cristianismo. E embora as cidades de Cafarnaum, Betsaida e Corozaim, “onde a maior parte das suas magníficas obras foram feitas” totalmente tenham desaparecido da face da terra, e os seus sítios são muitos disputados entre os estudiosos, assim, para verificarem à letra a temerosa profecia do Filho do Homem167, ainda as ruínas de Tell Hûm e Kerazeh a assumir o seu eloquente testemunho sobre o julgamento de Deus devido aos privilégios negligenciados, onde as colunas e os frisos quebrados com um pote de maná em Tell Hûm são provavelmente os restos de uma sinagoga que o bom centurião Romano construi para as pessoas de Cafarnaum, no qual Cristo ditou o seu magnífico discurso sobre o Pão da Vida do Céu.168
Cesareira de Filipe, formalmente e agora chamado Banias (ou Panéias, Paneion, do Santuário Pagão de Pan), ao pé do Monte Hermon, marca o final a Norte da Terra Santa e das viagens do Senhor, e a linha fronteiriça entre os Judeus e os Pagãos. E essa linha suíça, de pitoresca paisagem, é do mais bonito da Palestina, uma vista cheia de uma fonte fresca, jorrando no Jordão, e no pé do monte Rei das montanhas Sírias coroado com neve branca, sentado sobre umas montanhas de pedra, parece dar uma força adicional à confissão fundamental de Pedro e à profecia de Cristo da sua Igreja Universal construída sobre a rocha imóvel da sua eterna divindade.
O autor continua com a descrição da paisagem, das terra onde Deus pisou!
Boa Leitura
Jesus inaugurou o seu ministério público com o seu Baptismo no rápido fluído do rio Jordão, que liga a Antiga e a Nova Aliança. O lugar tradicional, a poucas milhas de Jericó, ainda é visitado por milhares de peregrinos Cristãos de todas as partes do mundo na época da Páscoa, no qual repetem o espectáculo do baptismo de João às multidões, quando as pessoas vinham “de Jerusalém e de todas as regiões da Judeia e em redor da Jordânia “para confessar os seus pecados e receber a água do baptismo do arrependimento”.
As ruínas de Jacob, ainda marcam bem o lugar onde Jesus cansado da viagem sentou, mas não das suas obras de misericórdia quando abriu à pobre mulher da Samaria o bem da água da vida e instrui-a no culto verdadeiro a Deus; e na paisagem circundante, Monte Gerizim, e Monte Ebal, a cidade de Shechem, os campos cultivados que embranqueciam na colheita, tudo ilustrado e confirmando a narrativa do quarto capítulo de João; enquanto os restos fossilizados dos Samaritanos em Nablous (a moderna Shechem) ainda perpétua a memória do sacrifício Pascal de acordo com a proscrição Mosaica, e o seu ódio tradicional dos Judeus.
Avançamos em direcção ao norte da Galileia onde Jesus passou a maior parte popular do seu ministério público onde falou tantas palavras imperecíveis de sabedoria e amor à estupefacta multidão. Província que foi outrora coberta densamente de florestas, campos cultivados, plantas e árvores de diferentes cidades, vilas e uma próspera mas esforçada população.166 A rejeição do Messias e a invasão Muçulmana há muito que transformou esse paraíso da natureza em um deserto desolado, no entanto não poderia obliterar as Santas Memórias e ilustrações Históricas do Santo Evangelho. Há o lago com suas águas azuis claras, com navios que navegam de terra em terra, bem como a cena de batalha naval entre Romanos e Judeus, agora completamente esquecida, mas ainda abundante em peixes, e sujeitos a violentas tempestades repentinas, tais como a que Jesus mandou cessar. Existem os planaltos onde Jesus proclamou o Sermão da Montanha, a Magna Carta do seu Reino, e na qual muitas vezes retirou-se para rezar. Lá na costa ocidental fica a planície de Gennesaret, que ainda se caracteriza pela sua natural fertilidade e exuberante crescimento de Mimosas e thistles e as luminosas vermelhas magnólias cobrindo estas. Existe a cidade suja de Tibérias, construída por Herodes Antipas, onde rabinos Judaicos continuam buscar escrupulosamente na Letra das Escrituras sem encontrar Cristo nas mesmas. Algumas cabanas muçulmanas chamadas de Mejdel continuam ainda a indicar o local de nascimento de Maria Madalena, cujas lágrimas penitenciais de alegria e ressurreição são um precioso legado do Cristianismo. E embora as cidades de Cafarnaum, Betsaida e Corozaim, “onde a maior parte das suas magníficas obras foram feitas” totalmente tenham desaparecido da face da terra, e os seus sítios são muitos disputados entre os estudiosos, assim, para verificarem à letra a temerosa profecia do Filho do Homem167, ainda as ruínas de Tell Hûm e Kerazeh a assumir o seu eloquente testemunho sobre o julgamento de Deus devido aos privilégios negligenciados, onde as colunas e os frisos quebrados com um pote de maná em Tell Hûm são provavelmente os restos de uma sinagoga que o bom centurião Romano construi para as pessoas de Cafarnaum, no qual Cristo ditou o seu magnífico discurso sobre o Pão da Vida do Céu.168
Cesareira de Filipe, formalmente e agora chamado Banias (ou Panéias, Paneion, do Santuário Pagão de Pan), ao pé do Monte Hermon, marca o final a Norte da Terra Santa e das viagens do Senhor, e a linha fronteiriça entre os Judeus e os Pagãos. E essa linha suíça, de pitoresca paisagem, é do mais bonito da Palestina, uma vista cheia de uma fonte fresca, jorrando no Jordão, e no pé do monte Rei das montanhas Sírias coroado com neve branca, sentado sobre umas montanhas de pedra, parece dar uma força adicional à confissão fundamental de Pedro e à profecia de Cristo da sua Igreja Universal construída sobre a rocha imóvel da sua eterna divindade.
domingo, 14 de junho de 2009
A Terra II
"Levanta-te, vento norte, e vem tu, vento sul; assopra no meu jardim, para que destilem os seus aromas. Ah! entre o meu amado no jardim, e coma os seus frutos excelentes!" Cânticos 4:16
Cristo santificou a nossa vida porque a viveu como todos nós, no trabalho, no descanso, na comunidade, na solidão, nas coisas pequenas e nas coisas grandes, porque tudo é bom, porque é a vontade de Deus.
Boa Leitura!
Podemos facilmente segui-lo de lugar para lugar, a pé ou a cavalo, vinte ou trinta milhas por dia, sobre campos verdejantes e estéreis rochas ao longo do vale ou pequeno monte, entre flores e silvas, sob as Oliveiras ou Figueiras, descansando na tenda de noite, ignorando os confortos da civilização moderna, mas deliciando as eternas belezas da Natureza de Deus, lembrando em cada passo as suas magníficas disposições com o seu povo, e cantando os Salmos dos seus antigos servos.
Nós podemos ajoelhar-nos em sua manjedoura em Belém, a cidade da Judeia onde Jacob enterrou a sua amada Raquel, e um pilhar, agora uma mesquita branca, marca o túmulo dela, onde Rute foi recompensada pela sua devoção filial, e as crianças ainda podem ser vistas a recolher ervas nos campos verdes, como ela fez no campo de Boaz, onde seu antepassado, o Poeta-Rei, nasceu e foi chamado dos rebanhos de seu Pai para o trono de Israel, onde Pastores ainda estão assistindo as suas ovelhas como naquela noite, quando as Hostes Angelicais com seus corações emocionados cantaram o Hino de Glória a Deus, e Paz na Terra aos Homens por Ele Amados, onde os Sábios do Oriente que ofereceram os seus presentes em nome das gerações futuras de Pagãos convertidos, onde a gratidão Cristã ergueu a mais antiga Igreja Cristã, a “Igreja da Natividade”, e inscritos na rocha sólida na “Santa Cripta” em letras de prata, a simples mas grávida inscrição: “Hic Virgine Maria de Jesus Christus natus est”. Quando todos os ambientes à volta correspondem com a narrativa da Escritura, é de pequena consideração se o tradicional lugar da Natividade é idêntico ao lugar apontado como se afigura já no meio do Segundo Século.164
Vamos acompanhá-lo em três dias de viagem de Belém a Nazaré, a sua Casa, onde passou silenciosamente Trinta anos da sua Vida, em quieta preparação para o seu ministério público, desconhecendo o seu Divino Carácter tanto os seus vizinhos como até mesmo os membros da sua própria Família (João 7:5), excepto seus Pais Santos. Nazaré ainda está lá, solitária, mas uma vila encantadamente situada numa montanha, com estreitas, sujas e tortuosas ruas, com primitivas casas de pedra onde homens, burros e camelos estão juntos, rodeados por cactos e frutuosos jardins de uvas, oliveiras, figueiras e pomares, e favoravelmente distingue-se hoje das aldeias infortunadas da Palestina, por comparação da indústria moderna, frugalidade e beleza Feminina. Nunca falta a “Virgin´s Foutain”, para onde Jesus deve ter acompanhado a sua Mãe para o fornecimento diário de água, é ainda ali perto da Basílica da Anunciação Grega, onde se encontram as mulheres e donzelas ao anoitecer, com os seus jarros de água graciosamente alinhados sobre a cabeça ou o ombro, e uma fila de prata de moedas a adornar a sua fronte. Por trás da vila continua a erguer-se a colina, perfumado com urze e tomilho, no qual Ele pode ter vislumbrado o Oriente para Gilboa, onde Jonatas caiu, e para a graciosa, como o Tabor a Righi da Palestina, ao norte para o grandioso Monte Hermon, o Monte Blanc da Palestina, no sul para a fértil planície de Esdraelon, o clássico campo de batalha de Israel, e para Ocidente para o cume do Carmelo, o litoral de Tiro e Sidon e as águas azuis do mar Mediterrâneo, a futura direcção e caminho, do seu evangelho de Paz para a Humanidade. Lá ele poderia contemplar sobre as ricas memórias de David e Jonatas, Elias e Eliseu, e recolher imagens de beleza para as suas lições de sabedoria. Nós podemos então sorrir sobre as superstições tolas que apontam a cozinha da Virgem Maria sob a Igreja Latina da Anunciação. A coluna suspensa onde Ela recebeu a mensagem do Anjo, a loja de carpinteiro de José e Jesus, a sinagoga em que Jesus pregou no ano do Senhor, a mesa de pedra na qual Ele comeu com os Discípulos, o Monte do precipício a duas milhas, e a estupenda monstruosidade da remoção da casa de habitação de Maria por anjos no ar atravessando o mar até Loreto em Itália! Estas são fábulas infantis, em flagrante contraste com o silêncio modesto dos Evangelhos, e neutralizado pelas tradições rivais Gregas e de Monges Latinos; mas a Natureza na sua beleza é ainda a mesma que Jesus viu e interpretou nas suas incomparáveis parábolas, que aponta a partir da natureza Humana até à natureza de Deus e de símbolos visíveis a eternas verdades.165
Cristo santificou a nossa vida porque a viveu como todos nós, no trabalho, no descanso, na comunidade, na solidão, nas coisas pequenas e nas coisas grandes, porque tudo é bom, porque é a vontade de Deus.
Boa Leitura!
Podemos facilmente segui-lo de lugar para lugar, a pé ou a cavalo, vinte ou trinta milhas por dia, sobre campos verdejantes e estéreis rochas ao longo do vale ou pequeno monte, entre flores e silvas, sob as Oliveiras ou Figueiras, descansando na tenda de noite, ignorando os confortos da civilização moderna, mas deliciando as eternas belezas da Natureza de Deus, lembrando em cada passo as suas magníficas disposições com o seu povo, e cantando os Salmos dos seus antigos servos.
Nós podemos ajoelhar-nos em sua manjedoura em Belém, a cidade da Judeia onde Jacob enterrou a sua amada Raquel, e um pilhar, agora uma mesquita branca, marca o túmulo dela, onde Rute foi recompensada pela sua devoção filial, e as crianças ainda podem ser vistas a recolher ervas nos campos verdes, como ela fez no campo de Boaz, onde seu antepassado, o Poeta-Rei, nasceu e foi chamado dos rebanhos de seu Pai para o trono de Israel, onde Pastores ainda estão assistindo as suas ovelhas como naquela noite, quando as Hostes Angelicais com seus corações emocionados cantaram o Hino de Glória a Deus, e Paz na Terra aos Homens por Ele Amados, onde os Sábios do Oriente que ofereceram os seus presentes em nome das gerações futuras de Pagãos convertidos, onde a gratidão Cristã ergueu a mais antiga Igreja Cristã, a “Igreja da Natividade”, e inscritos na rocha sólida na “Santa Cripta” em letras de prata, a simples mas grávida inscrição: “Hic Virgine Maria de Jesus Christus natus est”. Quando todos os ambientes à volta correspondem com a narrativa da Escritura, é de pequena consideração se o tradicional lugar da Natividade é idêntico ao lugar apontado como se afigura já no meio do Segundo Século.164
Vamos acompanhá-lo em três dias de viagem de Belém a Nazaré, a sua Casa, onde passou silenciosamente Trinta anos da sua Vida, em quieta preparação para o seu ministério público, desconhecendo o seu Divino Carácter tanto os seus vizinhos como até mesmo os membros da sua própria Família (João 7:5), excepto seus Pais Santos. Nazaré ainda está lá, solitária, mas uma vila encantadamente situada numa montanha, com estreitas, sujas e tortuosas ruas, com primitivas casas de pedra onde homens, burros e camelos estão juntos, rodeados por cactos e frutuosos jardins de uvas, oliveiras, figueiras e pomares, e favoravelmente distingue-se hoje das aldeias infortunadas da Palestina, por comparação da indústria moderna, frugalidade e beleza Feminina. Nunca falta a “Virgin´s Foutain”, para onde Jesus deve ter acompanhado a sua Mãe para o fornecimento diário de água, é ainda ali perto da Basílica da Anunciação Grega, onde se encontram as mulheres e donzelas ao anoitecer, com os seus jarros de água graciosamente alinhados sobre a cabeça ou o ombro, e uma fila de prata de moedas a adornar a sua fronte. Por trás da vila continua a erguer-se a colina, perfumado com urze e tomilho, no qual Ele pode ter vislumbrado o Oriente para Gilboa, onde Jonatas caiu, e para a graciosa, como o Tabor a Righi da Palestina, ao norte para o grandioso Monte Hermon, o Monte Blanc da Palestina, no sul para a fértil planície de Esdraelon, o clássico campo de batalha de Israel, e para Ocidente para o cume do Carmelo, o litoral de Tiro e Sidon e as águas azuis do mar Mediterrâneo, a futura direcção e caminho, do seu evangelho de Paz para a Humanidade. Lá ele poderia contemplar sobre as ricas memórias de David e Jonatas, Elias e Eliseu, e recolher imagens de beleza para as suas lições de sabedoria. Nós podemos então sorrir sobre as superstições tolas que apontam a cozinha da Virgem Maria sob a Igreja Latina da Anunciação. A coluna suspensa onde Ela recebeu a mensagem do Anjo, a loja de carpinteiro de José e Jesus, a sinagoga em que Jesus pregou no ano do Senhor, a mesa de pedra na qual Ele comeu com os Discípulos, o Monte do precipício a duas milhas, e a estupenda monstruosidade da remoção da casa de habitação de Maria por anjos no ar atravessando o mar até Loreto em Itália! Estas são fábulas infantis, em flagrante contraste com o silêncio modesto dos Evangelhos, e neutralizado pelas tradições rivais Gregas e de Monges Latinos; mas a Natureza na sua beleza é ainda a mesma que Jesus viu e interpretou nas suas incomparáveis parábolas, que aponta a partir da natureza Humana até à natureza de Deus e de símbolos visíveis a eternas verdades.165
quarta-feira, 10 de junho de 2009
A Terra I
"Olha para os céus e conta as estrelas, se é que o podes" (Génesis, 15:5)
O Autor fala-nos das características peculiares da terra prometida, onde nasceu o particularismo do Judaísmo, e o Universalismo do Cristianismo. Este tópico terá algumas postagens..
Boa Leitura!
Jesus passou a sua vida na Palestina. Trata-se de um País do tamanho da Maryland, menor do que a Suíça, e não tão grande como meia Escócia162, mas favorece com um clima ameno, belas paisagens, e uma grande variedade como fertilidade do solo, capaz de produzir todos os frutos de todas as terras, desde o Norte gélido, até ao tropical Sul, isolada de outros países pelo deserto, montanhas e mar, no entanto no centro de três continentes no hemisfério oriental como nas rotas Mediterrâneas dos Países históricos da Antiguidade, e, portanto, providencialmente adaptado ao desenvolvimento não só do particularismo do Judaísmo, mas também ao universalismo do Cristianismo. Da pequena fenícia o Mundo herdou o alfabeto, da pequena Grécia a Filosofia e a Arte, da pequena Palestina, o melhor de tudo a verdadeira Religião e a cosmopolita Bíblia. Jesus não poderia ter nascido em qualquer momento do que no reinado de César Augusto, depois da Religião dos Judeus, a Civilização Grega, e o Governo Romano, terem alcançado a sua maturidade; nem em outra Terra do que a Palestina, o clássico solo da revelação, nem em outro Povo do que entre os Judeus, que estavam predestinados e educados durante séculos para preparar o caminho da vinda do Senhor e cumprir a Lei e os Profetas. Na sua infância, um fugitivo da ira de Herodes, Ele passou o deserto (provavelmente pelo curta rota da costa Mediterrânica) para o Egipto voltando outra vez, e geralmente terá falado para Ele sobre a sua permanência temporária na “terra da escravidão”, onde Deus tirara o seu Povo, pelo poderoso braço de Moisés, atravessando o Mar Vermelho e através “do grande e temível deserto”, para entrar na Terra prometida. Durante os seus quarenta dias de jejum “no deserto” ele foi, talvez, no monte Sinai comungar com os Espíritos de Moisés e Elias, e preparando-se no silêncio terrivelmente eloquente dessa região para o conflito pessoal com o tentador da raça Humana, e para a nova legislação da liberdade no Monte das bem Aventuranças.163 Assim, as três terras da Bíblia, Egipto, o berço do estado de Israel, o Deserto, a sua escola e recreio, e Canaã, a sua Casa, que tocada e consagrada por “aqueles abençoados pés, que, dezoito séculos atrás, eram pregados para nossa vantagem na cruz”.
Ele viajou na sua missão de amor pela Judeia, Samaria, Galileia, e Peraea. Ele chegou tão longe como o monte Hermon, e uma vez que ele atravessou a fronteira da terra de Israel para as bordas da Fenícia curando a filha demonizada de uma mãe pagã a quem ele disse: “Ó mulher, grande é a tua fé: ser-te-á como tu queres”.
O Autor fala-nos das características peculiares da terra prometida, onde nasceu o particularismo do Judaísmo, e o Universalismo do Cristianismo. Este tópico terá algumas postagens..
Boa Leitura!
Jesus passou a sua vida na Palestina. Trata-se de um País do tamanho da Maryland, menor do que a Suíça, e não tão grande como meia Escócia162, mas favorece com um clima ameno, belas paisagens, e uma grande variedade como fertilidade do solo, capaz de produzir todos os frutos de todas as terras, desde o Norte gélido, até ao tropical Sul, isolada de outros países pelo deserto, montanhas e mar, no entanto no centro de três continentes no hemisfério oriental como nas rotas Mediterrâneas dos Países históricos da Antiguidade, e, portanto, providencialmente adaptado ao desenvolvimento não só do particularismo do Judaísmo, mas também ao universalismo do Cristianismo. Da pequena fenícia o Mundo herdou o alfabeto, da pequena Grécia a Filosofia e a Arte, da pequena Palestina, o melhor de tudo a verdadeira Religião e a cosmopolita Bíblia. Jesus não poderia ter nascido em qualquer momento do que no reinado de César Augusto, depois da Religião dos Judeus, a Civilização Grega, e o Governo Romano, terem alcançado a sua maturidade; nem em outra Terra do que a Palestina, o clássico solo da revelação, nem em outro Povo do que entre os Judeus, que estavam predestinados e educados durante séculos para preparar o caminho da vinda do Senhor e cumprir a Lei e os Profetas. Na sua infância, um fugitivo da ira de Herodes, Ele passou o deserto (provavelmente pelo curta rota da costa Mediterrânica) para o Egipto voltando outra vez, e geralmente terá falado para Ele sobre a sua permanência temporária na “terra da escravidão”, onde Deus tirara o seu Povo, pelo poderoso braço de Moisés, atravessando o Mar Vermelho e através “do grande e temível deserto”, para entrar na Terra prometida. Durante os seus quarenta dias de jejum “no deserto” ele foi, talvez, no monte Sinai comungar com os Espíritos de Moisés e Elias, e preparando-se no silêncio terrivelmente eloquente dessa região para o conflito pessoal com o tentador da raça Humana, e para a nova legislação da liberdade no Monte das bem Aventuranças.163 Assim, as três terras da Bíblia, Egipto, o berço do estado de Israel, o Deserto, a sua escola e recreio, e Canaã, a sua Casa, que tocada e consagrada por “aqueles abençoados pés, que, dezoito séculos atrás, eram pregados para nossa vantagem na cruz”.
Ele viajou na sua missão de amor pela Judeia, Samaria, Galileia, e Peraea. Ele chegou tão longe como o monte Hermon, e uma vez que ele atravessou a fronteira da terra de Israel para as bordas da Fenícia curando a filha demonizada de uma mãe pagã a quem ele disse: “Ó mulher, grande é a tua fé: ser-te-á como tu queres”.
sábado, 6 de junho de 2009
A Terra e as Pessoas
"Gosto de tudo o que Deus me dá."(Santa Teresinha do Menino Jesus, Obras Completas, últimas conversas, 14-VIII)
Agora vamos com o autor do livro, analisar como o Título diz a Terra e as Pessoas, no qual quis Deus fazer a sua maior obra, a redenção de Cristo na Cruz.
Existe uma maravilhosa harmonia entre a vida de nosso Senhor, como descrito pelos Evangelistas, e o seu ambiente geográfico e histórico conhecido por nós pelos escritores contemporâneos, e ilustradas, e confirmados pela investigação moderna. Esta harmonia não contribui pouco para a credibilidade da história do Evangelho. Quanto mais entendermos e compreendermos os tempos e o País em que Jesus viveu, mais sentimos, na leitura dos Evangelhos, que nós estamos pisando em terra sólida da História Humana, iluminada pela mais alta revelação dos céus. A poesia dos Evangelhos Canónicos, se assim podemos chamar a suas prosas, que na sua beleza espiritual excede toda a poesia, não é (como nos Evangelhos Apócrifos) a poesia da ficção-humana “nenhuma fábula antiga, nenhuma história mítica, nem sonhos de adivinhos ou bruxos.” É a poesia da verdade revelada, a poesia dos sublimes factos consumados, a poesia da infinita sabedoria e amor de Deus, que nunca antes tinha entrado na imaginação do Homem, mas que assumiu a carne e sangue Humano em Jesus Nazaré, resolvendo através da sua vida o problema mais profundo da nossa existência.
O carácter profundo e estável dos países Orientais e povos que nos permite inferir a partir do seu aspecto actual a sua condição daquilo que eram à dois mil anos. E neste campo somos ajudados por múltiplas descobertas que tornam até pedras e múmias, testemunhas eloquentes do passado. Evidência monumental apela aos sentidos e à crítica, desmoronando conjecturas e combinações do cepticismo incrédulo, por mais engenhosas e astutas que podem ser. Quem irá duvidar das histórias dos Faraós, quando podemos ler nas pirâmides e esfinges, nas ruínas dos templos e nos túmulos de rocha, em inscrições hieroglíficas e rolas de papiro, que acontece antes da fundação do Império Romano e do êxodo de Moisés e dos Israelitas. Quem vai negar os registos bíblicos da Babilónia e de Nínive, depois de essas cidades serem reerguidas do túmulo dos séculos para contar a sua própria História a partir de inscrições Cuneiform, asas de águia, leões, homens com cabeças de touros, ruínas de templos e palácios descobertos em escavações de baixo da Terra? Poderíamos é claro apagar a Palestina do mapa e remove-la para a terra das fadas, para tirar o brilho do Antigo e Novo Testamento da História e colocá-los ao nível dos Mitos e Lendas.161
Agora vamos com o autor do livro, analisar como o Título diz a Terra e as Pessoas, no qual quis Deus fazer a sua maior obra, a redenção de Cristo na Cruz.
Existe uma maravilhosa harmonia entre a vida de nosso Senhor, como descrito pelos Evangelistas, e o seu ambiente geográfico e histórico conhecido por nós pelos escritores contemporâneos, e ilustradas, e confirmados pela investigação moderna. Esta harmonia não contribui pouco para a credibilidade da história do Evangelho. Quanto mais entendermos e compreendermos os tempos e o País em que Jesus viveu, mais sentimos, na leitura dos Evangelhos, que nós estamos pisando em terra sólida da História Humana, iluminada pela mais alta revelação dos céus. A poesia dos Evangelhos Canónicos, se assim podemos chamar a suas prosas, que na sua beleza espiritual excede toda a poesia, não é (como nos Evangelhos Apócrifos) a poesia da ficção-humana “nenhuma fábula antiga, nenhuma história mítica, nem sonhos de adivinhos ou bruxos.” É a poesia da verdade revelada, a poesia dos sublimes factos consumados, a poesia da infinita sabedoria e amor de Deus, que nunca antes tinha entrado na imaginação do Homem, mas que assumiu a carne e sangue Humano em Jesus Nazaré, resolvendo através da sua vida o problema mais profundo da nossa existência.
O carácter profundo e estável dos países Orientais e povos que nos permite inferir a partir do seu aspecto actual a sua condição daquilo que eram à dois mil anos. E neste campo somos ajudados por múltiplas descobertas que tornam até pedras e múmias, testemunhas eloquentes do passado. Evidência monumental apela aos sentidos e à crítica, desmoronando conjecturas e combinações do cepticismo incrédulo, por mais engenhosas e astutas que podem ser. Quem irá duvidar das histórias dos Faraós, quando podemos ler nas pirâmides e esfinges, nas ruínas dos templos e nos túmulos de rocha, em inscrições hieroglíficas e rolas de papiro, que acontece antes da fundação do Império Romano e do êxodo de Moisés e dos Israelitas. Quem vai negar os registos bíblicos da Babilónia e de Nínive, depois de essas cidades serem reerguidas do túmulo dos séculos para contar a sua própria História a partir de inscrições Cuneiform, asas de águia, leões, homens com cabeças de touros, ruínas de templos e palácios descobertos em escavações de baixo da Terra? Poderíamos é claro apagar a Palestina do mapa e remove-la para a terra das fadas, para tirar o brilho do Antigo e Novo Testamento da História e colocá-los ao nível dos Mitos e Lendas.161
domingo, 21 de dezembro de 2008
Profetas
"Vinde Senhor Jesus"
Esta postagem é a continuação da última, ondefala-nos dos Profetas Judeus no tempo do exílio da Babilónia e a sua revelação, como fonte das Esperanças Messiânicas dos Judeus.
Esta será a última postagem antes do Natal por isso Um Bom e Santo Natal no qual Cristo possa nascer nos nossos Corações!
Boa Leitura!
O período de florescimento da profeçia canónica começou oito séculos antes de Cristo, sete séculos depois de Moisés, quando Israel sofria as opressões Assírias. Neste período antes do cativeiro, Isaías (“o Salvador de Deus”), que apareceu no últimos anos do Rei Uzziah, cerca de 10 anos antes da fundação de Roma, é o protagonista, e em torno dele Micah, Joel e Obadiah no reino de Judá, e Hosea, Amos e Jonah no Reino de Israel. Isaías chegou ao mais alta elevação da profeçia, e descobre pouco a pouco a figura do Messias, brota da casa de David, pregando a boa nova para os pobres, curando os corações partidos, abrindo os olhos aos cegos, libertando os cativos, ofereçendo-se como um cordeiro à morte, carregando os pecados dos povos, morrendo o justo para o injusto, triunfando sobre a morte e Reinar como Rei da Paz sobre todas as nações. A figura que veio a completar o seu cumprimento em uma pessoa, e um só, Jesus de Nazaré.
Ele faz a abordagem mais próxima da Cruz, e o seu livro é o Evangelho do Antigo Testamento. No período do exílio da Babilónia, Jeremias (ou seja, o Senhor põe para Baixo). Ele é o Profetas das lamentações, e ainda do novo pacto com o Espírito. Na suas denúnçias de falsos Sacerdotes e Profetas, as suas lamentações sobre Jerusalém, seu Santo luto, a sua amarga perseguição se assemelham à missão e à vida de Cristo. Ele permanece na terra dos seus Pais, e canta as suas lamentações sobre a ruínas de Jerusalém, enquanto Ezequiel avisa os exilados no rio Chebar contra os falsos Profetas e esperanças mundanas, incitou-os ao arrependimento, e descreveu a nova Jerusalém e o renascimento dos ossos secos das pessoas pela respiração de Deus; e Daniel na corte de Nebuchadnezzar na Babilónia, viu no espírito a sucessão dos quatros impérios e o triunfo final do Filho do Homem. Os profetas do restauramento são Haggai, Zechariah, e Malachi. Com Malachi que viveu no tempo de Nehemiah, as Profecias do Velho Testamento terminaram, e Israel foi deixado a si Próprio 400 anos, para meditar e digerir durante este período de expectativa a substânçia rica da revelação recebida, e para preparar-se para aproximação da redenção.
3. Imediatamente antes do advento do Messias todo o Antigo Testamento, a Lei e as Profeçias, Isaías e Moisés, reapareceram durante pouco tempo no Espírito de João Batista, e, em seguida, na inigualável humildade desapareceu como o vermelho da madugrada do esplendor do Sol nascente do nova Aliança. Este admirável Homem, Cordeiro de Deus, foi na verdade o percursor da Religião do Novo Testamento, e o amigo Pessoal do noivo Celeste, o maior Homem nascido de Mulher, no entanto como representante da Antiga religião ele é o mais pequeno, do que o menor no Reino de Cristo, que é infinitamente mais glorioso que todos os tipos e sombras do passado.
Esta é a Religião Judaica, uma vez que flui na fonte da Revelação divina e viveu no verdadeiro Israel, os filhos espirituais de Abraão, em João Batista, seus Pais e Discípulos, na mãe de Jesus, nos seus Parentes e Amigos, no venerável Simeão, na Profetiza Ana, em Lázaro e nas Irmãs Piedosas, nos Apóstolos e nos primeiros Discípulos, que abraçaram Jesus de Nazaré como a figura da Lei e dos Profetas, o Filho de Deus e o Salvador do Mundo, e que foram os primeiros frutos da Igreja Cristã.
Esta postagem é a continuação da última, ondefala-nos dos Profetas Judeus no tempo do exílio da Babilónia e a sua revelação, como fonte das Esperanças Messiânicas dos Judeus.
Esta será a última postagem antes do Natal por isso Um Bom e Santo Natal no qual Cristo possa nascer nos nossos Corações!
Boa Leitura!
O período de florescimento da profeçia canónica começou oito séculos antes de Cristo, sete séculos depois de Moisés, quando Israel sofria as opressões Assírias. Neste período antes do cativeiro, Isaías (“o Salvador de Deus”), que apareceu no últimos anos do Rei Uzziah, cerca de 10 anos antes da fundação de Roma, é o protagonista, e em torno dele Micah, Joel e Obadiah no reino de Judá, e Hosea, Amos e Jonah no Reino de Israel. Isaías chegou ao mais alta elevação da profeçia, e descobre pouco a pouco a figura do Messias, brota da casa de David, pregando a boa nova para os pobres, curando os corações partidos, abrindo os olhos aos cegos, libertando os cativos, ofereçendo-se como um cordeiro à morte, carregando os pecados dos povos, morrendo o justo para o injusto, triunfando sobre a morte e Reinar como Rei da Paz sobre todas as nações. A figura que veio a completar o seu cumprimento em uma pessoa, e um só, Jesus de Nazaré.
Ele faz a abordagem mais próxima da Cruz, e o seu livro é o Evangelho do Antigo Testamento. No período do exílio da Babilónia, Jeremias (ou seja, o Senhor põe para Baixo). Ele é o Profetas das lamentações, e ainda do novo pacto com o Espírito. Na suas denúnçias de falsos Sacerdotes e Profetas, as suas lamentações sobre Jerusalém, seu Santo luto, a sua amarga perseguição se assemelham à missão e à vida de Cristo. Ele permanece na terra dos seus Pais, e canta as suas lamentações sobre a ruínas de Jerusalém, enquanto Ezequiel avisa os exilados no rio Chebar contra os falsos Profetas e esperanças mundanas, incitou-os ao arrependimento, e descreveu a nova Jerusalém e o renascimento dos ossos secos das pessoas pela respiração de Deus; e Daniel na corte de Nebuchadnezzar na Babilónia, viu no espírito a sucessão dos quatros impérios e o triunfo final do Filho do Homem. Os profetas do restauramento são Haggai, Zechariah, e Malachi. Com Malachi que viveu no tempo de Nehemiah, as Profecias do Velho Testamento terminaram, e Israel foi deixado a si Próprio 400 anos, para meditar e digerir durante este período de expectativa a substânçia rica da revelação recebida, e para preparar-se para aproximação da redenção.
3. Imediatamente antes do advento do Messias todo o Antigo Testamento, a Lei e as Profeçias, Isaías e Moisés, reapareceram durante pouco tempo no Espírito de João Batista, e, em seguida, na inigualável humildade desapareceu como o vermelho da madugrada do esplendor do Sol nascente do nova Aliança. Este admirável Homem, Cordeiro de Deus, foi na verdade o percursor da Religião do Novo Testamento, e o amigo Pessoal do noivo Celeste, o maior Homem nascido de Mulher, no entanto como representante da Antiga religião ele é o mais pequeno, do que o menor no Reino de Cristo, que é infinitamente mais glorioso que todos os tipos e sombras do passado.
Esta é a Religião Judaica, uma vez que flui na fonte da Revelação divina e viveu no verdadeiro Israel, os filhos espirituais de Abraão, em João Batista, seus Pais e Discípulos, na mãe de Jesus, nos seus Parentes e Amigos, no venerável Simeão, na Profetiza Ana, em Lázaro e nas Irmãs Piedosas, nos Apóstolos e nos primeiros Discípulos, que abraçaram Jesus de Nazaré como a figura da Lei e dos Profetas, o Filho de Deus e o Salvador do Mundo, e que foram os primeiros frutos da Igreja Cristã.
domingo, 7 de dezembro de 2008
A lei e a Profeçia
"Amai-vos uns aos outros como Eu vos amei"
Vistas as três distintas faces do Judaísmo, nas últimas duas postagens, continuaremos com o Livro "History of the Christian Church" a estudar a Religião que foi preparada para o advento do Messias. Bom! Veremos agora dois elementos de referênçia no Judaísmo - A Lei e a Profeçia.
Esta parte também terá duas postagem devido ao tamanho do texto!!
Boa Leitura
A lei e a Profeçia
Embora degenerado e corrompido o povo Judeu foi, no entanto preparado por instituição divina no Antigo Testamento como povo preparatório para a Redenção de Cristo, e como tal, recebeu mais profunda referênçia por Cristo e os Apóstolos, enquanto procuravam conduzir e repreender os representantes na sua terrível conduta ao arrependimento. E portanto não poderia deixar de salvar aqueles corações limpos, disciplinados, que rectamente liam as escrituras de Moisés e dos Profetas. Lei e profeçia são dois grandes elementos da Religião Judaica, que fazem uma directa introdução ao Cristianismo, “A voz dele que clame no deserto, Preparai o caminho de Senhore endireitai as suas veredas.”
1. A lei de Moisés era a expressão clara da sagrada vontade de Deus antes do advento de Cristo. O Décalogo é uma maravilha da antiga legislação, são duas tabelas que juntam a soma e a substânçia de toda a verdadeira piedade e moralidade – supremo Amor de Deus, e Amor ao nosso próximo. É estabelecido o ideal de justiça, e assim foi construído mais eficazmente para despertar no homem o sentimento de caridade, o conhecimento do pecado e a culpa58. Agia como um mestre para levar os homens a Cristo59 que poderiam ser “justificados pela a fé” 60
O mesmo senso de culpa e a nessecidade de reconciliação era constantemente mantida viva com os sacrifíçio diários, no iníçio no tabernáculo e depois no templo, e por toda lei cerimonial, que, era um maravilhoso sistema de formas e sombras, que perpetuamente apontavam para as realidades da nova aliança, espeçialmente para o sacrifíçio expiatório de Cristo na Cruz para salvação de todos os Homens.
Deus na sua justiça requer absoluta obediençia e um coração puro com a promessa de vida e penalidade da morte. No entanto Ele dificilemente ostenta a sua ira para com homem, é um Deus verdadeiramente fiel e misericordioso. Na lei moral e ritual, como numa concha estão escondidas as sementes doces da promessa, que exibirão um dia o ideal da rectidão em forma viva, e dar o poder de perdoar ao pecador penitente por todas as suas transgressões e o poder de cumprir a lei. Sem esta esperança e promessa a lei seria um bocado irónica. No que respeito à Lei, a Religião Judaica era uma Religião do arrependimento.
2. Mas era ao mesmo tempo, como agora, sugerida, como veículo da Divina promessa de Redenção,e sendo a Religião da Esperança. Enquanto os Gregos e Romanos puseram a sua idade de ouro no passado, os Judeus procuravam a deles no futuro. A sua História inteira, a sua Religião, política, as suas instituíções soçiais e Tradições apontavam para a chegada do Messias, e o estabeliçimento do seu Reino na Terra.
Profeçia, ou o Evangelho sob o pacto da Lei, são mais antigos do que a Lei, que foi inserida e necessária entre a promessa e o seu cumprimento, entre pecado e redenção, entre a doença e a cura.61 Profecia começa no Paraíso com o esmagamento da serpente depois da queda. Predomina na idade Pratíacal, espeçialmente na vida de Abraão, cuja piedade corresponde ao carácter de confiança e fé. Moisés, aquele que deu a Lei, foi ao mesmo tempo um profeta apontando para as pessoas para o seu grande sucessor.62 Sem o conforto da promessa Messiânica, a lei deveria levar a mais fervorosa pessoa para o desespero. Desde o tempo de Samuel, uns 11 séculos antes de Cristo, a profecia até aqui espôntanea, tornou-se permanente, organizada e ordenada. Nesta forma ela acompanhou o sacerdóçio Levítico e a Disnastia de David até ao cativeiro da Babilónia, sobreviveu a esta catástrofe e dirigiu o regresso dos Judeus e a reconstrução do templo. Interpretar e aplicar a Lei, reprovando abusos da Igreja e do Estado, profetizando os terríveis julgamentos e a redenção por meio da graça de Deus, avisando e punindo, ameaçando e encorajando com uma referênçia sempre clara à vinda do Messias, que deveria redimir Israel e o Mundo do pecado e da miséria, e estabeleçer um reino de Paz e réctidão na Terra.
Que o vitorioso Rei David e o paçifico reino de Salomão forneçam, para Isaías e seus sucessores, um retrato histórico e típico, para um retrato Profético de um futuro distante mas mais glorioso, que unido às memórias vivas e às circunstânçias actuais, não poderia ter sido compreendido. As subsequentes catástrofes e sofrimentos serviram para desenvolver uma ideia de um Messias agonizante pelos os pecados das pessoas e entrando através do sofrimento na sua glória. A profeçia era um extraordinário ofíçio, servindo parte para completar, parte para corrigir os sacerdotes, para prevenir de sofrer monotomia, formalidade e enferrujamento, e manter o seu rumo natural. Os Profetas eram, por assim dizer, os “protestantes” da antiga aliança, os ministros do espírito e de imediata comunhão com Deus,(hoje condenados por não pertencerem à verdadeira Igreja Santa Católica Apostólica Romana), na distinção entre os ministros da letra e da mediação tradiçionais e cerimoniais. (continua)
Vistas as três distintas faces do Judaísmo, nas últimas duas postagens, continuaremos com o Livro "History of the Christian Church" a estudar a Religião que foi preparada para o advento do Messias. Bom! Veremos agora dois elementos de referênçia no Judaísmo - A Lei e a Profeçia.
Esta parte também terá duas postagem devido ao tamanho do texto!!
Boa Leitura
A lei e a Profeçia
Embora degenerado e corrompido o povo Judeu foi, no entanto preparado por instituição divina no Antigo Testamento como povo preparatório para a Redenção de Cristo, e como tal, recebeu mais profunda referênçia por Cristo e os Apóstolos, enquanto procuravam conduzir e repreender os representantes na sua terrível conduta ao arrependimento. E portanto não poderia deixar de salvar aqueles corações limpos, disciplinados, que rectamente liam as escrituras de Moisés e dos Profetas. Lei e profeçia são dois grandes elementos da Religião Judaica, que fazem uma directa introdução ao Cristianismo, “A voz dele que clame no deserto, Preparai o caminho de Senhore endireitai as suas veredas.”
1. A lei de Moisés era a expressão clara da sagrada vontade de Deus antes do advento de Cristo. O Décalogo é uma maravilha da antiga legislação, são duas tabelas que juntam a soma e a substânçia de toda a verdadeira piedade e moralidade – supremo Amor de Deus, e Amor ao nosso próximo. É estabelecido o ideal de justiça, e assim foi construído mais eficazmente para despertar no homem o sentimento de caridade, o conhecimento do pecado e a culpa58. Agia como um mestre para levar os homens a Cristo59 que poderiam ser “justificados pela a fé” 60
O mesmo senso de culpa e a nessecidade de reconciliação era constantemente mantida viva com os sacrifíçio diários, no iníçio no tabernáculo e depois no templo, e por toda lei cerimonial, que, era um maravilhoso sistema de formas e sombras, que perpetuamente apontavam para as realidades da nova aliança, espeçialmente para o sacrifíçio expiatório de Cristo na Cruz para salvação de todos os Homens.
Deus na sua justiça requer absoluta obediençia e um coração puro com a promessa de vida e penalidade da morte. No entanto Ele dificilemente ostenta a sua ira para com homem, é um Deus verdadeiramente fiel e misericordioso. Na lei moral e ritual, como numa concha estão escondidas as sementes doces da promessa, que exibirão um dia o ideal da rectidão em forma viva, e dar o poder de perdoar ao pecador penitente por todas as suas transgressões e o poder de cumprir a lei. Sem esta esperança e promessa a lei seria um bocado irónica. No que respeito à Lei, a Religião Judaica era uma Religião do arrependimento.
2. Mas era ao mesmo tempo, como agora, sugerida, como veículo da Divina promessa de Redenção,e sendo a Religião da Esperança. Enquanto os Gregos e Romanos puseram a sua idade de ouro no passado, os Judeus procuravam a deles no futuro. A sua História inteira, a sua Religião, política, as suas instituíções soçiais e Tradições apontavam para a chegada do Messias, e o estabeliçimento do seu Reino na Terra.
Profeçia, ou o Evangelho sob o pacto da Lei, são mais antigos do que a Lei, que foi inserida e necessária entre a promessa e o seu cumprimento, entre pecado e redenção, entre a doença e a cura.61 Profecia começa no Paraíso com o esmagamento da serpente depois da queda. Predomina na idade Pratíacal, espeçialmente na vida de Abraão, cuja piedade corresponde ao carácter de confiança e fé. Moisés, aquele que deu a Lei, foi ao mesmo tempo um profeta apontando para as pessoas para o seu grande sucessor.62 Sem o conforto da promessa Messiânica, a lei deveria levar a mais fervorosa pessoa para o desespero. Desde o tempo de Samuel, uns 11 séculos antes de Cristo, a profecia até aqui espôntanea, tornou-se permanente, organizada e ordenada. Nesta forma ela acompanhou o sacerdóçio Levítico e a Disnastia de David até ao cativeiro da Babilónia, sobreviveu a esta catástrofe e dirigiu o regresso dos Judeus e a reconstrução do templo. Interpretar e aplicar a Lei, reprovando abusos da Igreja e do Estado, profetizando os terríveis julgamentos e a redenção por meio da graça de Deus, avisando e punindo, ameaçando e encorajando com uma referênçia sempre clara à vinda do Messias, que deveria redimir Israel e o Mundo do pecado e da miséria, e estabeleçer um reino de Paz e réctidão na Terra.
Que o vitorioso Rei David e o paçifico reino de Salomão forneçam, para Isaías e seus sucessores, um retrato histórico e típico, para um retrato Profético de um futuro distante mas mais glorioso, que unido às memórias vivas e às circunstânçias actuais, não poderia ter sido compreendido. As subsequentes catástrofes e sofrimentos serviram para desenvolver uma ideia de um Messias agonizante pelos os pecados das pessoas e entrando através do sofrimento na sua glória. A profeçia era um extraordinário ofíçio, servindo parte para completar, parte para corrigir os sacerdotes, para prevenir de sofrer monotomia, formalidade e enferrujamento, e manter o seu rumo natural. Os Profetas eram, por assim dizer, os “protestantes” da antiga aliança, os ministros do espírito e de imediata comunhão com Deus,(hoje condenados por não pertencerem à verdadeira Igreja Santa Católica Apostólica Romana), na distinção entre os ministros da letra e da mediação tradiçionais e cerimoniais. (continua)
sábado, 29 de novembro de 2008
Fariseus, Saduceus e Essénios
"Sigamos Cristo como Cristo seguiu seu Pai"
Bom, esta postagem é a continuação da última! Mostra três faces do Judaísmo antigo e as suas crenças e o seu poder.
Boa Leitura!
Elas esperavam prinçipalmente por um politíco. Que restauraria o reinado temporal de David numa escala muito mais esplendorosa, sendo ofendidos com a forma de Jesus, e o seu reinado Espiritual. A moral dos Judeus era muito melhor do que a dos Pagãos, mas sobre o peso da sua estrita obediênçia à lei, eles concederam grande corrupção. No Novo-Testamento são vistos como pessoas obstinadas, ingratas e uma raça impernitente, filhos da serpente, e uma geração de víboras. O seu próprio Sacerdote e historiador, Josephus, que geralmente esforça-se por apresentar os Judeus para os Gregos e Romanos numa luz favorável, descreve-os dessa altura como depravados, e mereçedores do temeroso castigo da destruição de Jerusalém. Como na Religião os Judeus, espeçialmente depois do exílio da Babilónia, aderiram espeçialmente a letra da lei, e às suas tradições e cerimónias, mas sem conhecer o espírito e a força das escrituras. Eles partilhavam um fanático horror do paganismo, e por isso foram desprezados e odiados, mas pela a sua indústria, tacto e Juízo, eles conseguiram ganhar grande riqueza e consideração nas cidades do largo império Romano. Depois do tempo de Maccabees(B. C. 150), eles caíram em três facções de partidos, que respectivamente representavam as três tendênçias do formalismo, cepticismo e misticismo, todas indicando a dissolução da antiga Religião e o nascimento de uma nova. Nós podemos comparar as três tendênçias com as escolas filosóficas da Gréçia, o Estoicismo, Epicurismo e Platonismo, e também as três seitas do Mohammedanism, os Sunitas que são tradicionalistas, os Sheas, que aderem ao Corão, e os místicos, que procuram a verdade religiosa na “sensação interna divina”.
1. Os Fariseus, as “Elites”55 foram, por assim dizer, a Imagem do Judaísmo. Eles representavam a tradição e ortodoxia, o formalismo, o Judaísmo verdadeiro e o fanatismo e dogma Judaico. Eles tinham grande influênçia nas pessoas e prinçipalmente nas mulheres, e controlavam o trabalho público. Eles confundiam piedade com teoria ortodoxa. Eles carregavam as sagradas Escrituras com as tradições dos antigos tornando as Escrituras “sem efeito”. Eles analisavam a lei Mosaica minuciosamente, e substítuiram por um um labirinto de casuísmo um código vivo. “Eles estabeleceram fardos pesados e dolorosos nos ombros do homem” e no entanto eles mesmos “não moviam os seus dedos”. No Novo Testamento eles carregavam particularmente a hipocrisia, com, ilustres excepções, obviamente como, Nicodemus, Gamaliel, e o seu discíplo, Paulo.
2. O mais pequeno grupo os Saduceus56 eram cépticos, racionalistas, e mundanos, e tinham praticamente a mesma posição como os Epicuristas, e os seguidores da Academia nova do paganismo Grego e Romano. Eles aceitavam as sagradas Escrituras (especialmente Pentateuco), mas rejeitavam as tradições orais, negavam a ressureição dos mortos, a imortalidade da alma, a existênçia de Anjos e Espíritos, e a doutrina da Providênçia Divina. Os seguidores estavam entre as pessoas ricas, e tiveram por algum tempo a posição de Sumo-Sacerdote. Caifás pertençia a esta partido. A diferença entre os Fariseus e os Saduceus reapareçeu no Judaísmo Moderno, que estão divididos entre os partidos da ortodoxia, liberal e racional.
3. Os Essénios (que são conhecidos unicamente por Philo e Josephus) não eram um partido judaico, mas sim uma mística e ascética ordem ou fratenidade,e viviam maioritariamente, monásticamente em vilas ou no deserto de Engedi no Mar Morto.57 O número por volta dos 4000 membros. Com um arbitrária, e alegórica interpretação do Novo-Testamento, eles combinavam alguns elementos teológicos do estrangeiro, quais semelhavam fortemente aos prinçípios das escolas pitagóricas e Platónicas, mas provavelmente eram derivados (como o Gnoticismo e Maniqueísmo) de religiões orientais, espeçialmente de Parcism. Eles praticavam a comunhão de bens, vestiam vestes brancas, rejeitavam comida animal, sacrifiçios sangrentos, juramentos, escravatura, e (com algumas excepções) casamentos, e viviam com a maior simplicidade, esperando alcançar a santidade. Eles eram os percusores do monaquaísmo Cristão. A seita dos Essenes raramente ou nunca entrou em contacto com o Cristianismo sob os Apóstolos, excepto na forma de uma heresia em Colossae. Mas o Farisaísmo e os Saduceus, particularmente o anterior, são conhecidos no Evangelho como inimigos de Jesus, hostis uns para com os outros, mas unidos para condenar Cristo à morte na Cruz, que no entanto acabou com uma gloriosa resurreição, que foi a fundação da vida espiritual do crentes Pagãos e Judeus.
Bom, esta postagem é a continuação da última! Mostra três faces do Judaísmo antigo e as suas crenças e o seu poder.
Boa Leitura!
Elas esperavam prinçipalmente por um politíco. Que restauraria o reinado temporal de David numa escala muito mais esplendorosa, sendo ofendidos com a forma de Jesus, e o seu reinado Espiritual. A moral dos Judeus era muito melhor do que a dos Pagãos, mas sobre o peso da sua estrita obediênçia à lei, eles concederam grande corrupção. No Novo-Testamento são vistos como pessoas obstinadas, ingratas e uma raça impernitente, filhos da serpente, e uma geração de víboras. O seu próprio Sacerdote e historiador, Josephus, que geralmente esforça-se por apresentar os Judeus para os Gregos e Romanos numa luz favorável, descreve-os dessa altura como depravados, e mereçedores do temeroso castigo da destruição de Jerusalém. Como na Religião os Judeus, espeçialmente depois do exílio da Babilónia, aderiram espeçialmente a letra da lei, e às suas tradições e cerimónias, mas sem conhecer o espírito e a força das escrituras. Eles partilhavam um fanático horror do paganismo, e por isso foram desprezados e odiados, mas pela a sua indústria, tacto e Juízo, eles conseguiram ganhar grande riqueza e consideração nas cidades do largo império Romano. Depois do tempo de Maccabees(B. C. 150), eles caíram em três facções de partidos, que respectivamente representavam as três tendênçias do formalismo, cepticismo e misticismo, todas indicando a dissolução da antiga Religião e o nascimento de uma nova. Nós podemos comparar as três tendênçias com as escolas filosóficas da Gréçia, o Estoicismo, Epicurismo e Platonismo, e também as três seitas do Mohammedanism, os Sunitas que são tradicionalistas, os Sheas, que aderem ao Corão, e os místicos, que procuram a verdade religiosa na “sensação interna divina”.
1. Os Fariseus, as “Elites”55 foram, por assim dizer, a Imagem do Judaísmo. Eles representavam a tradição e ortodoxia, o formalismo, o Judaísmo verdadeiro e o fanatismo e dogma Judaico. Eles tinham grande influênçia nas pessoas e prinçipalmente nas mulheres, e controlavam o trabalho público. Eles confundiam piedade com teoria ortodoxa. Eles carregavam as sagradas Escrituras com as tradições dos antigos tornando as Escrituras “sem efeito”. Eles analisavam a lei Mosaica minuciosamente, e substítuiram por um um labirinto de casuísmo um código vivo. “Eles estabeleceram fardos pesados e dolorosos nos ombros do homem” e no entanto eles mesmos “não moviam os seus dedos”. No Novo Testamento eles carregavam particularmente a hipocrisia, com, ilustres excepções, obviamente como, Nicodemus, Gamaliel, e o seu discíplo, Paulo.
2. O mais pequeno grupo os Saduceus56 eram cépticos, racionalistas, e mundanos, e tinham praticamente a mesma posição como os Epicuristas, e os seguidores da Academia nova do paganismo Grego e Romano. Eles aceitavam as sagradas Escrituras (especialmente Pentateuco), mas rejeitavam as tradições orais, negavam a ressureição dos mortos, a imortalidade da alma, a existênçia de Anjos e Espíritos, e a doutrina da Providênçia Divina. Os seguidores estavam entre as pessoas ricas, e tiveram por algum tempo a posição de Sumo-Sacerdote. Caifás pertençia a esta partido. A diferença entre os Fariseus e os Saduceus reapareçeu no Judaísmo Moderno, que estão divididos entre os partidos da ortodoxia, liberal e racional.
3. Os Essénios (que são conhecidos unicamente por Philo e Josephus) não eram um partido judaico, mas sim uma mística e ascética ordem ou fratenidade,e viviam maioritariamente, monásticamente em vilas ou no deserto de Engedi no Mar Morto.57 O número por volta dos 4000 membros. Com um arbitrária, e alegórica interpretação do Novo-Testamento, eles combinavam alguns elementos teológicos do estrangeiro, quais semelhavam fortemente aos prinçípios das escolas pitagóricas e Platónicas, mas provavelmente eram derivados (como o Gnoticismo e Maniqueísmo) de religiões orientais, espeçialmente de Parcism. Eles praticavam a comunhão de bens, vestiam vestes brancas, rejeitavam comida animal, sacrifiçios sangrentos, juramentos, escravatura, e (com algumas excepções) casamentos, e viviam com a maior simplicidade, esperando alcançar a santidade. Eles eram os percusores do monaquaísmo Cristão. A seita dos Essenes raramente ou nunca entrou em contacto com o Cristianismo sob os Apóstolos, excepto na forma de uma heresia em Colossae. Mas o Farisaísmo e os Saduceus, particularmente o anterior, são conhecidos no Evangelho como inimigos de Jesus, hostis uns para com os outros, mas unidos para condenar Cristo à morte na Cruz, que no entanto acabou com uma gloriosa resurreição, que foi a fundação da vida espiritual do crentes Pagãos e Judeus.
quarta-feira, 19 de novembro de 2008
Resumo da História do Povo Judeu
As próximas postagens serão dedicadas ao povo Judeu, povo que foi preparado ao longo da sua História para acolher o Messias, esta foi a sua principal missão na Terra.
Boa Leitura!
Judaísmo
“A salvação é dos Judeus”53 Este maravilhosos povo, (cujo símbolo coube ser um arbusto ardente), foi escolhido pela soberana graça, para se erguer do meio da idolotraria dos povos circundantes como o portador do conhecimento do verdadeiro Deus, a sua Santa Lei, a promessa da aliança e assim tornando-se o berço do messias. Surgiu com o chamado de Abraão e com a Aliança feita com Deus em Canaá, a terra prometida. Cresceu a uma nação no Egipto, a terra de servidão. Foi entregue e organizada em um estado teocrático com base na lei do Sinai dada a Moisés no deserto, voltaram outra vez para a Palestina por Josué, tornou – se depois dos Juízes uma Monarquia, atingido a altura da sua glória em David e Salomão, dividida em dois reinos hostis e, em castigo por apostosia e crescentes dissenções internas por idolatria, foi levada em cativeiro pelos os conquistadores pagãos e, restabelecida após 70 anos de humilhações para a terra dos seus antepassados, mas caindo outra vez nas garras do paganismo. Ainda assim na sua profunda degradação cumpriu a sua mais alta missão dando à luz o Salvador deste mundo. “A história do povo Hebreu,” disse Ewald, “é, a fundação da História da verdadeira religião, crescendo em todas as fases de progesso até à sua consumação. A Religião que, no seu estreito território nacional, através de todos os avanços e lutas até à mais alta vitória, e pelo o caminho que revela a sua glória e poder, a fim de que, espalhando-se no estrangeiro pela sua própria força, que nunca desaparecerá, mas tornar-se-á a eterna herança e benção de todas as nações. Todo o mundo antigo teve como seu objectivo encontrar a verdadeira religião, mas este povo teve a honra exclusiva na terra de encontrar a verdadeira religião, e assim a sua entrada na história mundial”.54
O Judaísmo, na forma contrasta com a idolatraria das nações antigas, foi como um oásis no deserto, claramente definida e isolada, separada e presa por uma rígida moral e lei. A Terra Santa em si, embora no meio dos 3 continentes do mundo antigo e rodeado pelas grandes nações de cultura do mundo antigo, foi separada destes por desertos a sul e leste, por mar a oeste, e pelas montanhas a norte. Assegurando deste modo a liberdade de religião Judaica para o cumprimento da sua grande obra, sem nenhum disturbio influenciado a partir do estrangeiro.
Mas Israel desde o início transportando no seu íntimo a promessa feita a Abraão que todas as naçãoes seriam abençoadas, Abraão o Pai dos fiéis, Moisés o Legislador, David o heróico Rei e sagrado Salmista, Isaías o Evangelista entre os Profetas, Elias o Tishbite, que reapareceu com Moisés sobre o monte da transfiguração para glorificar Cristo, e João Batista, a personificação de todo o Antigo Testamento, são os mais visíveis elos da cadeia dourada da Antiga Revelação.
As circunstânçias e as condições morais e religiosas dos Judeus, seriam de facto no iníçio e em todo ser contraditórias com o seu destino Divino. Mas em primeiro lugar, a sua própria decadênçia provaram a necessidade de ajuda Divina. E em segundo lugar o resgate através de Cristo apareceu, em contraste com grandiosa glória, como acto criativo de Deus. E finalmente no meio de toda a corrupção, como prevenidos desta, viveu a sucessão dos verdadeiros filhos de Abraão, ansiosos pela salvação de Israel, e prontos para abraçar Jesus de Nazaré como seu Messias prometido e Salvador do Mundo. Desde a conquista de Jerusalem por Pompey, B. C. 63 (no ano memorável pelo consulado de Cícero, pela conspiração de Lúcio Sérgio Catilina, e pelo nascimento de César Augusto), os Judeus tinham sido sujeitos pelos pagãos Romanos, que impiamente governados por Idumean Herode e seus filhos, e depois por procuradores. Debaixo deste odiado jugo, as suas esperanças Messiánicas renovaram-se fortemente, mas carnalmente distorçidas.(continua)
Boa Leitura!
Judaísmo
“A salvação é dos Judeus”53 Este maravilhosos povo, (cujo símbolo coube ser um arbusto ardente), foi escolhido pela soberana graça, para se erguer do meio da idolotraria dos povos circundantes como o portador do conhecimento do verdadeiro Deus, a sua Santa Lei, a promessa da aliança e assim tornando-se o berço do messias. Surgiu com o chamado de Abraão e com a Aliança feita com Deus em Canaá, a terra prometida. Cresceu a uma nação no Egipto, a terra de servidão. Foi entregue e organizada em um estado teocrático com base na lei do Sinai dada a Moisés no deserto, voltaram outra vez para a Palestina por Josué, tornou – se depois dos Juízes uma Monarquia, atingido a altura da sua glória em David e Salomão, dividida em dois reinos hostis e, em castigo por apostosia e crescentes dissenções internas por idolatria, foi levada em cativeiro pelos os conquistadores pagãos e, restabelecida após 70 anos de humilhações para a terra dos seus antepassados, mas caindo outra vez nas garras do paganismo. Ainda assim na sua profunda degradação cumpriu a sua mais alta missão dando à luz o Salvador deste mundo. “A história do povo Hebreu,” disse Ewald, “é, a fundação da História da verdadeira religião, crescendo em todas as fases de progesso até à sua consumação. A Religião que, no seu estreito território nacional, através de todos os avanços e lutas até à mais alta vitória, e pelo o caminho que revela a sua glória e poder, a fim de que, espalhando-se no estrangeiro pela sua própria força, que nunca desaparecerá, mas tornar-se-á a eterna herança e benção de todas as nações. Todo o mundo antigo teve como seu objectivo encontrar a verdadeira religião, mas este povo teve a honra exclusiva na terra de encontrar a verdadeira religião, e assim a sua entrada na história mundial”.54
O Judaísmo, na forma contrasta com a idolatraria das nações antigas, foi como um oásis no deserto, claramente definida e isolada, separada e presa por uma rígida moral e lei. A Terra Santa em si, embora no meio dos 3 continentes do mundo antigo e rodeado pelas grandes nações de cultura do mundo antigo, foi separada destes por desertos a sul e leste, por mar a oeste, e pelas montanhas a norte. Assegurando deste modo a liberdade de religião Judaica para o cumprimento da sua grande obra, sem nenhum disturbio influenciado a partir do estrangeiro.
Mas Israel desde o início transportando no seu íntimo a promessa feita a Abraão que todas as naçãoes seriam abençoadas, Abraão o Pai dos fiéis, Moisés o Legislador, David o heróico Rei e sagrado Salmista, Isaías o Evangelista entre os Profetas, Elias o Tishbite, que reapareceu com Moisés sobre o monte da transfiguração para glorificar Cristo, e João Batista, a personificação de todo o Antigo Testamento, são os mais visíveis elos da cadeia dourada da Antiga Revelação.
As circunstânçias e as condições morais e religiosas dos Judeus, seriam de facto no iníçio e em todo ser contraditórias com o seu destino Divino. Mas em primeiro lugar, a sua própria decadênçia provaram a necessidade de ajuda Divina. E em segundo lugar o resgate através de Cristo apareceu, em contraste com grandiosa glória, como acto criativo de Deus. E finalmente no meio de toda a corrupção, como prevenidos desta, viveu a sucessão dos verdadeiros filhos de Abraão, ansiosos pela salvação de Israel, e prontos para abraçar Jesus de Nazaré como seu Messias prometido e Salvador do Mundo. Desde a conquista de Jerusalem por Pompey, B. C. 63 (no ano memorável pelo consulado de Cícero, pela conspiração de Lúcio Sérgio Catilina, e pelo nascimento de César Augusto), os Judeus tinham sido sujeitos pelos pagãos Romanos, que impiamente governados por Idumean Herode e seus filhos, e depois por procuradores. Debaixo deste odiado jugo, as suas esperanças Messiánicas renovaram-se fortemente, mas carnalmente distorçidas.(continua)
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